Pinturas Estranhas
Publicado em 26 de maio de 2008, às 18:28. | 1 Comentário
Artigo sobre Plásticas.

Ani K, pintor e professor
Temos aqui três histórias sobre artistas que decidiram fazer sua arte de forma diferenciada. O primeiro se chama Ani K, ele pinta quadros que se parecem com os de qualquer artista normal caso não fossem estranhamente pintados com a língua. Caso você esteja pensando em treinar segurar um pincel com a língua, Ani K também não utiliza pincel, põe a língua direto na tinta e manda ver na tela. Ele é professor de desenho na Índia e resolveu testar diferentes partes do corpo para pintar, acabou gostando bastante de utilizar a língua e parece que aparentemente ignora o fato de a tinta a óleo que usa ser tóxica. Aproveitem um pouco sobre esse artista no vídeo a baixo pois parece que ele já está sofrendo de náuseas constantes e não irá durar muito mais tempo pintando a sua maneira (dica do Mundo Gump).
Reportagem sobre Ani K
O segundo artista pinta de maneira normal, o diferente no seu caso é a tela que utiliza. Ele executa uma espécie de tatuagens em dentes, o que gera um resultado um tanto curioso. Confira aí a baixo dois exemplos e mais informações aqui.

Pinturas em dentes
Este terceiro é com certeza propaganda para alguma empresa de transporte, mas vale a pena conferir apenas pela idéia. O “artista” em questão coloca um GPS em uma mala e sai pelo mundo em quanto o aparelho registra o traço do passeio sobre o globo terrestre. Isso lhe confere o título de maior pintura do mundo, confira o resultado aí a baixo e um vídeo sobre a empreitada do artista viajante.

Desenho feito pelo GPS em torno do globo
Desenhando sobre o globo com um GPS
Daniel Possa
Post relâmpago: “O Fingidor”
Publicado em 18 de maio de 2008, às 21:50. | 3 Comentários
Artigo sobre Teatro, Televisão.
Não terei tempo hábil para fazer um post à altura desta peça. Hoje, às 23 horas, na TV Cultura, programa Direções, será apresentada uma peça de Samir Yazbek sobre Fernando Pessoa, que rendeu-lhe o Prêmio Shell de dramaturgia de melhor autor em 99.
Como sabemos, existiram muitos heterônimos criados pelo poeta português. Os três mais estudados no ensino médio são: Álvaro de Campos, Ricardo Reis e o mestre Alberto Caeiro. Eles, assim como Pessoa, são retratados na peça, mas Samir inventou outro: Jorge Madeira.
Um crítico que adorava Fernando Pessoa, mas não o conhecia pessoalmente, precisa de um datilógrafo. Por sorte, ou não, ele conhece Jorge Madeira e toda a trama se dará a partir disso.
A busca por si mesmo, o encontro com outros Eus, a perda da identidade… Para quem não conhece Pessoa, é uma ótima iniciação. Para os que o amam, um prato cheio.
E viva a TV Cultura!
Olé
A arte do título
Publicado em 15 de maio de 2008, às 1:29. | Deixe um comentário!
Artigo sobre Cinema.

Tem muitos filmes que assisti em que só lembro da seqüência do título. Pode ser que as vezes o filme é bem ruim e acabo dormindo ou porque essa parte foi muito bem feita e acaba marcando. Não tem como esquecer introduções como as de Se7en ou Matrix. Em uma dica do É Isso, descobri que existem sites dedicados apenas a essas introduções, o primeiro é o “Forget the Film, Watch the Titles” e o segundo é o “The Art of the Title Sequence”. Eu só conhecia esses dois vídeos com as 25 melhores seqüências de título, vale conferir aí a baixo. Concordo com algumas, discordo de outras. Só acho que ficou faltando a introdução de algum 007, é um clássico.
As 25 melhores Seqüências de Título (parte 1)
As 25 melhores Seqüências de Título (parte 2)
Daniel Possa
Um ano sem Los Hermanos
Publicado em 13 de maio de 2008, às 3:14. | 10 Comentários
Artigo sobre Música.

Já faz um ano que o grupo decretou o fim temporário da banda. O argumento principal é que se trata de um tempo sabático, onde os integrantes foram se dedicar a outros projetos, outros trabalhos e, principalmente, outras idéias de música. Alguns dizem que esse recesso temporário pode ser mesmo o término da história dos Los Hermanos, eu prefiro acreditar que ainda vou poder conferir um show da banda nos próximos anos. Enquanto isso não acontece vou acompanhando com um pouco menos de entusiasmo o que os integrantes têm feito separadamente.

Dos quatro o que mais tem aparecido é Rodrigo Amarante, atualmente integrante da Orquestra Imperial que pude conferir na Virada Cultural. O som dessa nova banda é bem interessante, faz referência às típicas orquestras de gafieira e o som lembra um pouco músicas dos Los Hermanos. Amarante conta com duas músicas no novo CD da Orquestra, “Carnaval só ano que vem” (confira aqui).

O Baterista Rodrigo Barba tem tocado em duas bandas cariocas, o Latuya e o Canastra, vale a pena conferir o MySpace dessas duas bandas e ouvir um pouco o som: MySpace - Canastra e MySpace - Latuya. O Canastra é uma Banda que já tinha um tempo de estrada e Barba entrou no final do ano passado para completar o espaço vago que havia na bateria, eles tocaram no Vegas em São Paulo no último dia 1º.

Bruno Medina por sua vez não tem aparecido muito. Tudo o que sei sobre seus trabalhos recentes é que ele tem feito discotecagens pela noite do Rio e que escreve em seu blog, o Instante Posterior. É interessante também, vale conferir.

O emblemático Marcelo Camelo já declarou que para ele esse tempo tem servido como férias. E assim tem feito desde o ano passado, as vezes aparece aqui ou alí, mas sua atividade musical pelo visto está mesmo de férias. Semana passada lançou uma nova música em seu MySpaces, ele já tinha uma chamada “Teo e a Gaivota”, que é uma composição instrumental, e agora coloca a música “Doce Solidão”. Logo diseram que a música mostrava a saudade que ele sentia da banda, não sei, mas deixa mesmo essa impressão no ar. Confira aqui.
Por fim podemos dizer que se esse foi mesmo o fim dos Los Hermanos eles vão deixar saudade. Nesse percurso desde o primeiro disco com a música “Anna Júlia”, o grupo teve personalidade para deixar de lado esse estrondoso sucesso e se dedicar à estética que queria. Trocou de gravadora, persistiu na mesma linha do segundo CD “Bloco do Eu Sozinho” e lançou outros dois, o “Ventura” e “4″.

A atitude da banda era clara e gerou até um olho roxo para Camelo quando encontrou Chorão (do Charlie Brown Jr) em um avião. O Hermano havia dito em uma entrevista que atitude não se vendia em garrafa, como prometia o Charlie Brown Jr em uma propaganda para a Coca. Essa personalidade do Los Hermanos demorou a ser percebida pela grande mídia. Muitas eram as entrevistas aplicadas por jornalistas mal informados, que insistiam em “Anna Júlia” e acabaram gerando vídeos cômicos no YouTube. Um deles acaba até por chamar Marcelo “Campelo” e perguntar se conferiu o show do Charlie Brown. Confira alguns destes vídeos: 1, 2, 3 e 4. E um vídeo bem no início da banda quando foram expulsos do programa do João Gordo pelo próprio.
Deixo em apresentação direta aqui no post mais três vídeos, o da última apresentação pública da música “Ana Júlia”, feita em rede nacional pelo Faustão, quando a banda afirmou que não voltaria a tocá-la (não reparem no apresentador falando durante a música). E dois vídeos de uma entrevista onde Marcelo Camelo fala um pouco sobre a banda, música e até o caso da briga no avião. Por último para quem nunca ouviu ou quer completar sua coleção, baixe aqui os álbuns dos Los Hermanos.
Última apresentação de Anna Júlia
Entrevista de Marcelo Camelo no Sem Censura (Parte 1)
Entrevista de Marcelo Camelo no Sem Censura (Parte 2)
Daniel Possa
E o operário a suar!
Publicado em 12 de maio de 2008, às 7:31. | 1 Comentário
Artigo sobre Reflexão, Televisão.
O pessoal do Massaroca (que também é da Massa Real Filmes) faz há algum tempo para o programa Metrópolis da TV Cultura vídeos que são exibidos quinzenalmente com muita reflexão e humor. Trago aqui o episódio 19 que foi feito em comemoração ao Dia Mundial do Trabalho. Humor e inteligência em um belo vídeo:
É… os que ganham querem ganhar tudo e quem não ganha nada está louco para ganhar também. O negócio mesmo é seguir os ensinamentos de um dos mais importantes filósofos que este e o outro mundo já tiveram: ” – Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.”
Olé





















