Tudo bem, talvez este título seja um exagero. Mas já vou logo avisando que o filme é muito triste sim, entretanto esse motivo não o deixa nem por um minuto menos genial. Um retrato perfeio da condição humana sem apelações ou cenas muito chocantes. O filme se revela exatamente na seneridade de pensamento de um homem que escreve a própria história com a única parte do corpo que lhe resta, a pálpebra de um dos olhos.

Esta história real do francês Jean-Dominique Bauby está retratada em seu livro “O Escafandro e a Borboleta” e deu origem ao filme homônimo através do roteiro adaptado de Ronald Harwood gravado pelo diretor Julian Schnabel.
Não preciso falar muito sobre a repercussão do filme “O Escafandro e a Borboleta”. Este recebeu 4 indicações ao Oscar, ganhou 2 Globos de Ouro, além dos prêmios de Melhor Diretor e o Grande Prêmio Técnico, no Festival de Cannes e outros prêmios menores. Ao chegar no Brasil entretando o filme ganha aquele status de filme cult e fica em algumas poucas salas, sem rodar pelo circuíto mais comercial de cinemas.

Para mim foi até agora o ingresso de cinema mais bem gasto do ano (mais do que Batman). A história comovente do livro se manteve no mesmo nível no cinema e ao final grande parte das pessoas deixava a sala com lágrimas nos olhos e algumas reflexões na cabeça. Deixo aqui o trailler do filme e a indicação de que vale a pena sair de casa para assistí-lo.
Trailler de “O Escafandro e a Borboleta”
Daniel Possa
Trilha: Início // Cinema







