
Já falei muito aqui que o mais importante na FLIP são os encontros. Pois bem, encontrei esta trupe de artistas que faziam pequenos improvisos no meio das tortuosas ruas de Paraty. Achei-os interessantes, simples.
Parece que também se encontraram pelo acaso da festa. Os homens já se conheciam. Pediram um ponto de energia, o restaurante empolgou-se e cedeu. E a terceira integrante veio de um universo paralelo agregar o espetáculo com suas poesias.
As apresentações eram simples, como experimentações ingênuas, despretensiosas, incertas. Tentei captar isso com a câmera e fiz os vídeos abaixo, mas acho que não consegui. Se usar a imaginação, talvez entenda o que tentei dizer.
Como é bom ser ingênuo!
Olé
Comentários
Um comentário para o artigo “Encontro ingênuo”
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Oi!!!!
Adorei o vídeo! Gosto da definição:
Ingênuo.
Diz tudo… desse encontro de artistas nas ruas da FLIP.
Foi uma experiência maravilhosa….
e os poemas estão se multiplicando depois da uma olhada lá!
Obrigada pelo registro e pela divulgação!
um bj