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	<title>Vereda Estreita &#187; Colunistas</title>
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		<title>Algumas impressões sobre a FLIP 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 20:27:24 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Oswald de Andrade esteve na FLIP 2011 como dificilmente outro escritor homenageado pela festa estará. Das três edições da FLIP que acompanhei, esta foi aquela em que a homenagem melhor se enraizou na <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110711/not_imp743181,0.php" target="_blank">programação</a>. Oswald não foi debatido apenas na mesa de abertura ou em algumas mesas menos prestigiadas pelo público ao longo da festa. Ele esteve nas <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4SbqPsj2FZk&amp;feature=channel_video_title" target="_blank">palavras de Antonio Candido</a> na <a href="http://www.flip.org.br/blog.php?param=2011/07/06/um-momento-magico/" target="_blank">conferência inicial</a>, mas também nas canções do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=byHI_aEUOaI" target="_blank">show de abertura</a>, em que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ucwVXY2v1bw" target="_blank">José Miguel Wisnik</a> (que também falou na primeira mesa), <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ucwVXY2v1bw" target="_blank">Celso Sim</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=24HcvLAoRBQ" target="_blank">Elza Soares</a> cantaram adaptações feitas a partir de poemas do modernista, e também na &#8220;<a href="http://www.flip.org.br/noticias.php?id=690" target="_blank">Macumba Antropófaga</a>&#8221; com que Zé Celso e sua equipe do Teatro Oficina encerraram a festa.<span id="more-2940"></span></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/brunabuzzo/5930701703"><img class="size-large wp-image-2941 " src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/IMG_2918_rec-425x209.jpg" alt="Imagem do começo da Macumba Antropófaga que encerrou a FLIP 2011" width="425" height="209" /></a></p>
<h5>Imagem do começo da &#8220;Macumba Antropófaga&#8221;, que encerrou a FLIP 2011.</h5>
<p style="text-align: justify;">Na programação principal, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=SNR34YcRvH0&amp;amp;feature=player_embedded" target="_blank">João Ubaldo Ribeiro</a> e o escritor português nascido em Angola <a href="https://twitter.com/#!/valterhugomae" target="_blank">valter hugo mãe</a> (que não usa maiúsculas nem em seu nome) foram os autores que mais cativaram o público. Ubaldo por suas divertidas histórias e mãe por uma fala onde a escrita parece natural (além de um texto sobre sua relação com o Brasil lido ao final da mesa, que levou boa parte do público às lágrimas). <a href="http://www.flip.org.br/blog/index.php?param=2011/07/09/enriquecendo-a-literatura/" target="_blank">Miguel Nicolelis</a>, <a href="http://www.flip.org.br/blog/index.php?param=2011/07/09/uma-deliciosa-conversa-literaria/" target="_blank">Andrés Neuman</a> e <a href="http://www.flip.org.br/blog/index.php?param=2011/07/10/quadrinho-de-gente-grande/" target="_blank">Joe Sacco</a> também chamaram bastante atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo desta 9ª edição da FLIP, a impressão geral do público foi de que havia menos gente em Paraty este ano. No entanto, a estimativa é de que entre <a href="http://blogs.estadao.com.br/flip/2011/07/10/drummond-o-homenageado-de-2012/" target="_blank">20 e 25 mil</a> pessoas estavam por lá durante o evento, a mesma estimativa da edição de 2009. Ano passado, o público estimado foi de 15 a 20 mil pessoas (a edição 2010 aconteceu em agosto, devido à Copa do Mundo). Acredito, então, que esta impressão se deva ao fato de que o número de eventos paralelos cresceu. Se o número de pessoas que assistiam as mesas literárias do lado de fora da tenda do telão diminuiu, a Casa de Cultura estava sempre mais ou menos cheia, muitos eventos da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/940331-senta-aqui-bolsonaro-brinca-laerte-na-casa-folha-em-paraty.shtml" target="_blank">Casa Folha</a> e da <a href="http://flip.sesc.com.br/flip/" target="_blank">Casa SESC</a> lotaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que pode ter contribuído para a impressão de que a cidade estava mais vazia ou de que este ano estava mais fácil atravessar a ponte do rio que cruza a cidade foi a mudança de lugar na Tenda do Telão. Em 2011, a organização da FLIP reuniu todas as suas tendas do mesmo lado do rio em que nas edições anteriores ficava apenas a Tenda dos Autores. Em um único corredor, aproveitando o passeio reformado pela prefeitura, estavam reunidas as tendas dos autores, dos autógrafos, a livraria, a loja da FLIP, os estandes dos patrocinadores e, ao final de tudo, já na praia, a tenda do telão.</p>
<h5><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="326" src="http://www.youtube.com/embed/euD46SXKaOc&amp;" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe><br />
A leitura feita por valter hugo mãe ao final da mesa 6 da FLIP 2011. Vídeo: Divulgação/FLIP</h5>
<p style="text-align: justify;">Foi uma FLIP com bons autores, bons mediadores (das mesas que vi, nenhum mediador estragou as conversas, como às vezes acontece), com alguma <a href="http://veja.abril.com.br/blog/todoprosa/vida-literaria/balanco-a-palavra-errada-nazista-e-o-homem-certo-mae/" target="_blank">polêmica</a> (especialmente entre o curador e o cineasta e escritor judeu Claude Lanzmann) e com algum debate. Nas mesas literárias, é difícil que os escritores convidados efetivamente dialoguem entre si, para além de algumas semelhanças propostas pelos mediadores. Neste ponto, destaco a mesa entre os escritores colombianos Laura Restrepo e Hector Abad, que não só leram as obras um do outro como <a href="http://www.flip.org.br/noticias.php?id=688" target="_blank">trocaram impressões</a> a respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto e foto: Bruna Buzzo</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/07/13/algumas-impressoes-sobre-a-flip-2011/' addthis:title='Algumas impressões sobre a FLIP 2011 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ainda há circo no Cirque Du Soleil ®?</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 00:51:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Respeitável público, o Cirque du Soleil estará de volta ao Brasil em setembro. Depois de 3 valiosas temporadas em solo brasileiro, o grupo canadense traz no espetáculo Varekai uma profusão de novos conceitos e performances impecáveis, sua marca registrada.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/06/16/ainda-ha-circo-no-cirque-du-soleil-%c2%ae/' addthis:title='Ainda há circo no Cirque Du Soleil ®? '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2866" title="varekai" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/06/varekai.jpg" alt="" width="425" height="298" />Foto: Divulgação.</h6>
<p style="text-align: justify;">Respeitável público, o <a title="Sítio oficial do Cirque du Soleil" href="http://www.cirquedusoleil.com" target="_blank"><strong>Cirque du Soleil</strong></a> estará de volta ao Brasil em setembro. Depois de 3 valiosas temporadas em solo brasileiro, o grupo canadense traz no espetáculo <a title="Sítio oficial do espetáculo Varekai do Cirque du Soleil" href="http://www.cirquedusoleil.com/pt/shows/varekai" target="_blank"><strong>Varekai</strong></a> uma profusão de novos conceitos e performances impecáveis, sua marca registrada.<span id="more-2863"></span></p>
<p style="text-align: justify;">De perto não se sente mais o cheiro de serragem, não há mais um picadeiro ou qualquer falta de profissionalismo. O que resta da alma secular do circo dentro desta gigantesca empresa de entretenimento?</p>
<p style="text-align: justify;">Criada modestamente em 1984 por dois simples artistas de rua, a companhia hoje não tem mais nada que remeta à simplicidade inicial. Atualmente são mais de 5000 empregados, 22 espetáculos em turnê por mais de 40 países do mundo, motivados pela premissa de reinventar a atividade e atingir a perfeição técnica e artística nas apresentações. Autodenominados como “força criativa multifacetada”, esta trupe colossal deixa dúvidas sobre quanto o poder dos negócios sobressaem à arte.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor artístico do <strong>Cirque Du Soleil</strong>, Mathieu Gatieu, falou ao <strong>Vereda Estreita</strong> sobre a liberdade criativa na companhia: “Nós gostamos e incentivamos que os artistas deixem sua marca no processo. Se você assistir a uma estreia e depois de alguns anos o mesmo espetáculo, vai perceber uma grande diferença. Cada um deles vai, aos poucos, moldando seus personagens e imprimindo suas próprias características e ideias”, garante.</p>
<p style="text-align: justify;">O malabarista Tommy Tequila, que foi descoberto em um circo mediano no México, afirmou que a principal semelhança do grupo com o circo tradicional está no pé na estrada. Viajam juntos por anos em turnês itinerantes e criam uma intimidade familiar entre artistas e staff como forma de não sofrerem muito pelas mudanças. As diferentes culturas que vivem sob uma mesma lona não costumam causar problemas, ressalta Gatieu. “Ninguém chega querendo impor sua cultura, mas sim absorvendo uma cultura interna própria como sua”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tommy diz que para ele o que faz do <strong>Cirque</strong> um show especial – tanto para o artista quanto para o público – é a excelência dos profissionais envolvidos. “Os maquiadores, cenógrafos, preparadores de elenco, todos, sem exceção, são especialistas em suas funções e os melhores que existem. Em um circo comum, a administração é feita pelo mesmo cara que, à noite, vai estar no picadeiro. Isto faz uma enorme diferença para o espetáculo como um todo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Gatieu, o <strong>Cirque</strong> tem sim uma constante preocupação com suas origens. Sempre colocam alguma atração de forte tradição circense, como malabarismos e palhaços – ainda que bastante reinventados – para manter vivo e presente o conceito que se apoiam. “Não podemos esquecer, também, que hoje nós somos a referência para a maioria dos circos no mundo, o que é muito lisonjeiro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o <strong>Cirque du Soleil</strong> está pouco a pouco matando a tradição ou simplesmente reinventando-a, descobriremos com o passar dos anos. O fato é que a reunião de méritos do grupo os põe em um patamar de admiração realmente merecido, e o reconhecimento para esta empresa é a venda massiva de ingressos para <strong>Varekai</strong>, ainda que com preços bastante altos e bastante antecedência.</p>
<p style="text-align: justify;">A arte influencia os negócios ou os negócios influenciam a arte? O <strong>Cirque Du Soleil</strong>, aparentemente, aprendeu bem a forçar o convívio frutífero e harmônico entre ambos.</p>
<p style="text-align: justify;">Victor Gouvea</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/06/16/ainda-ha-circo-no-cirque-du-soleil-%c2%ae/' addthis:title='Ainda há circo no Cirque Du Soleil ®? '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Arquivos da Guerra Fria</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 14:55:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rafael Machado<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/05/13/arquivos-da-guerra-fria/' addthis:title='Arquivos da Guerra Fria '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2861" title="arquivos_da_guerra_fria_rafael_machado_vereda_estreita" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/05/arquivos_da_guerra_fria_rafael_machado_vereda_estreita.jpg" alt="" width="425" height="1082" />Rafael Machado</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/05/13/arquivos-da-guerra-fria/' addthis:title='Arquivos da Guerra Fria '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Cultura do medo</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 02:11:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto:  Jônatas Cunha Bin Laden Morre. Os EUA se regozijam. Comemoram. Sentem-se vingados. Pelos milhares mortos em 11/09. Mas o maior legado de Bin Laden não se apagou. Americanos pelo mundo todo ainda estão vivendo sob a mais brutal cultura do medo. E este medo não se esvaiu com a execução do agora mártir Bin [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/05/04/a-cultura-do-medo/' addthis:title='A Cultura do medo '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5><img class="aligncenter size-full wp-image-2828" title="jonycunha_liberdade_vereda_estreita" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/05/jonycunha_liberdade_vereda_estreita.jpg" alt="" width="425" height="228" />Foto:  <a title="Flickr: Jônatas Cunha" href="http://www.flickr.com/photos/jonycunha/" target="_blank">Jônatas Cunha</a></h5>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bin Laden Morre. Os EUA se regozijam. Comemoram. Sentem-se vingados. Pelos milhares mortos em 11/09. Mas o maior legado de Bin Laden não se apagou. Americanos pelo mundo todo ainda estão vivendo sob a mais brutal cultura do medo.</p>
<p style="text-align: justify;">E este medo não se esvaiu com a execução do agora mártir Bin Laden. Aliás, foi a primeira reação pós-euforia. Morreu, e agora?</p>
<p style="text-align: justify;">Isto tudo porque o medo é muito mais fácil de adquirir do que de perder. Por dois motivos essenciais, que são no fundo relacionados à própria essência do medo: o primeiro é que não ter medo pressupõe confiar. Mas confiar em que? Na tranquilidade; O segundo é que sempre temos medo daquilo que projetamos para o futuro. O medo nunca é do que é, mas do que pode ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos: Se um leão encontra-se na minha frente, não tenho medo dele, mas sim da mordida que ele pode me dar. Mas ele ainda não mordeu. E o medo só existe enquanto não existe mordida. Quando existe mordida, existe dor, e o medo passa a ser da morte. E assim por diante. Nunca tememos o mundo que é. Sempre tememos o mundo que imaginamos que possa ser.</p>
<p style="text-align: justify;">E em que se baseia esta nossa projeção? Só pode se basear naquilo que temos de material cognitivo. É como no sonho: só sonhamos com o que já vimos e vivemos. Pois então, só projetamos o futuro com base no passado. Operamos através da relação de causa e efeito, como bem nos explicou <a title="Wikipédia: &quot;David Hume&quot;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Hume" target="_blank">David Hume</a>. Se vimos algo acontecer, tendemos a achar que a chance de acontecer de novo é maior do que algo que não vimos acontecer. Portanto, se uma pessoa nunca ouviu que leões são perigosos e mordem para matar, não temerá em sua presença.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, um povo oprimido tende a esperar mais opressão, um povo livre tende a esperar liberdade, um povo amedrontado e atacado tende a esperar mais ataques. Para que isto mude, é preciso que o equilíbrio das experiências vividas e dos afetos sofridos mude.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, com Osama ou sem Osama, o povo americano, vingado ou não, continua vítima do maior ataque que poderia sofrer: o ataque contra a sua própria paz. De aeroporto em aeroporto, de raio x em raio x, este império estará sempre com uma preocupação, sempre amedrontado, sempre esperando pelo pior. E para que isto mude, serão precisos anos e anos de pura paz e tranquilidade. Algo difícil de imaginar, no mundo em que vivemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Clóvis de Barros Filho</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<dl>
<dd><span class="given-name">Jônatas</span> <span class="family-name">Cunha</span></dd>
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<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/05/04/a-cultura-do-medo/' addthis:title='A Cultura do medo '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O que a Virada Cultural não aprendeu em 6 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 17:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colunista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Virada Cultural 2011, a 7ª edição, começou com um belo show de Rita Lee, que não poupou palavrões às autoridades municipais e estaduais &#8211; sem o menor pudor por estar recebendo cachê da Prefeitura de São Paulo. “Moro em São Paulo há 65 anos, entra e sai prefeito e governador e eles não fazem [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/04/27/virada-cultural-2011/' addthis:title='O que a Virada Cultural não aprendeu em 6 anos '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A <a title="Wikipédia: Virada Cultural de São Paulo (municipal)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Virada_Cultural" target="_blank">Virada Cultural 2011</a>, a 7ª edição, começou com um belo show de <a title="Sítio oficial da cantora Rita Lee" href="http://www.ritalee.com.br/" target="_blank">Rita Lee</a>, que <a title="Terra Notícias: &quot;Virada Cultural: provocação de Rita Lee abre shows em SP&quot;" href="http://musica.terra.com.br/noticias/0,,OI5081033-EI1267,00-Virada+Cultural+provocacao+de+Rita+Lee+abre+shows+em+SP.html" target="_blank">não poupou palavrões</a> às autoridades municipais e estaduais &#8211; sem o menor pudor por estar recebendo cachê da <a title="Portal da Prefeitura de São Paulo" href="http://www.capital.sp.gov.br/portalpmsp/homec.jsp" target="_blank">Prefeitura de São Paulo</a>. “Moro em São Paulo há 65 anos, entra e sai prefeito e governador e eles não fazem p&#8230; nenhuma&#8221;, foi uma das tiradas que a cantora soltou enquanto cantava “Ovelha Negra”. As cerca de 20 mil pessoas presentes no palco da Praça Júlio Prestes (segundo estimativa da Polícia Militar) aplaudiram freneticamente.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-large wp-image-2809" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/04/IMG_0216_2-425x306.jpg" alt="" width="425" height="306" />Foto: Bruna Buzzo</h5>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diluído</strong><br />
A estratégia da organização da Virada este ano foi concentrar a programação que atrai mais público no domingo. Percebeu-se que havia uma queda no número de pessoas do primeiro para o segundo dia e – após seis anos – resolveram tentar algo novo. De certa forma deu certo, pois a Virada realmente pareceu mais equilibrada – ou um pouco mais vazia em cada um dos dias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bebidas</strong><br />
A medida polêmica do prefeito Gilberto Kassab, que proibia a venda de bebidas alcoólicas durante os dois dias, foi aprovada por uns e condenada por outros. Claro que na prática não funcionou quase nada. Era possível ver vendedores ambulantes despreocupados, trabalhando com os artigos proibidos sem o menor pudor, com a tranqüilidade da falta de fiscalização a seu lado. Assim, na madrugada, a incômoda e inapropriada embriaguez da grande maioria dos “virantes” aconteceu novamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Problemas de som</strong><br />
A organização tem de entender de uma vez por todas que há certas apresentações que não encaixam bem em Viradas – seja por exigirem um primor técnico que requeira melhores condições para apreciar, seja por falta de estrutura ou pela falta de preparo do próprio público.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-large wp-image-2810" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/04/img_0269_2-425x308.jpg" alt="" width="425" height="308" />Foto: Bruna Buzzo</h5>
<p style="text-align: justify;">O show de <a title="Sítio oficial do cantor Paulinho da Viola" href="http://www.paulinhodaviola.com.br" target="_blank">Paulinho da Viola</a> com a <em>Orquestra e Cordas de Curitiba</em> foi um exemplo derradeiro. Parte da plateia teve dificuldades para apreciar tamanha sensibilidade e minimalismo: o som estava baixo ao fundo e nas laterais do palco montado na Praça da República e, em ao menos três momentos, foi possível ouvir pedidos para que se aumentasse o som. (Uma falha no som já havia feito com que o músico – sempre exigente com a acústica de seus shows – demorasse mais de meia hora para entrar no palco, enquanto testavam equipamento e buscavam corrigir os problemas – não com total sucesso, infelizmente).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pancadaria</strong><br />
Mais uma vez a Virada foi palco de pancadaria. Depois do traumatizante quebra-quebra ocorrido no <a title="YouTube: procura por Racionais+Mcs+na+Virada+Cultural+Mil+Tretas" href="http://www.youtube.com/results?search_query=Racionais+Mcs+na+Virada+Cultural+Mil+Tretas&amp;aq=f" target="_blank">show do Racionais MC’s em 2007</a>, em 2011, apesar de todos os esforços para evitar, houve problema. No show da banda de <a title="Wikipédia: &quot;Horror Punk&quot;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Horror_punk" target="_blank">punk horror</a> <a title="Sítio oficial da banda Misfits" href="http://www.misfits.com/" target="_blank">Misfits</a>, um carro da polícia resolveu passar no meio da multidão, e foi o estopim para que a violência e a falta de controle se instalassem. Muito nervosismo e despreparo das autoridades ficaram claros para quem estava assistindo ao show.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fab4</strong><br />
Um ponto alto da Virada 2011 foi o palco dos já lendários <a title="Sítio oficial da banda Beatles 4Ever!" href="http://www.beatles4ever.com.br" target="_blank">Beatles 4Ever</a>. Em 24 horas, os músicos tocaram, emocionaram e levantaram o público com todos os álbuns lançados pelos ingleses de Liverpool, sendo uma ótima alternativa pra qualquer intervalo de programações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Integração</strong><br />
Apesar de todos os problemas e questões que ano após anos precisam ser revistas, a Virada Cultural sempre se apresenta como um evento democrático. Há apresentações para todos os gostos, só não vai quem não gosta de multidões. Mesmo assim, a multidão ali é diferente, em geral bem humorada (ao menos um pouco mais do que no dia-a-dia paulistano) e aberta a novas possibilidades – seja parando em um palco aleatório para ouvir uma música diferente, seja conversando sobre seu artista preferido com um desconhecido na multidão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um centro para a cidade</strong><br />
A Virada é também uma chance de conhecer o centro de São Paulo, em geral abandonado. Durante um dia comercial, há um grande movimento de lojas e escritórios. À noite, assusta. Aos domingos, lembra histórias de cidades fantasma, com prédios e pessoas abandonadas. Para onde vão essas pessoas durante este que se apresenta como um dos maiores eventos culturais da cidade de São Paulo?</p>
<p style="text-align: justify;">Por que não nos sentimos seguros para frequentar o <a title="SóCultura.com: &quot;O Centro Histórico e a Memória da cidade&quot;" href="http://www.socultura.com/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=68:o-centro-historico-e-a-memoria-da-cidade&amp;catid=34:discussoes-sobre-arte&amp;Itemid=55" target="_blank">centro da cidade</a> em outros finais de semana? Por que Paulinho da Viola não pode sorrir na Praça da República com mais frequência? Espalhar a Cracolândia e fechar albergues durante o ano para limpar o centro da cidade por dois dias, como vemos, não tem funcionado. Não foram gratuitos os xingamentos de Rita Lee.</p>
<p style="text-align: justify;">Bruna Buzzo e Victor Gouvea</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/04/27/virada-cultural-2011/' addthis:title='O que a Virada Cultural não aprendeu em 6 anos '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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