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	<title>Vereda Estreita &#187; Exposições</title>
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		<title>Os cartazes mais bonitos da cidade</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 11:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa semana a cidade de São Paulo acordou mais bonita. Uma intervenção simples e genial buscou quebrar tabus, surpreender: cartazes com um ótimo visual foram colados em alguns pontos de ônibus (Av. Cardeal&#8230; Teodoro Sampaio, Dr. Arnaldo, Av. Pompéia, Rua Clélia&#8230;). O que tinha neles? Poesia. Nenhum verso rebuscado, tudo muito fácil de entender. Tudo [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/07/29/os-cartazes-mais-bonitos-da-cidade/' addthis:title='Os cartazes mais bonitos da cidade '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_horizontais_01.pdf" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2969" title="mais_poesia_paulo_leminski_a_noite" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/mais_poesia_paulo_leminski_a_noite.jpg" alt="" width="425" height="283" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Essa semana a cidade de São Paulo acordou mais bonita. Uma intervenção simples e genial buscou quebrar tabus, surpreender: cartazes com um ótimo visual foram colados em alguns pontos de ônibus (Av. Cardeal&#8230; Teodoro Sampaio, Dr. Arnaldo, Av. Pompéia, Rua Clélia&#8230;). O que tinha neles? Poesia. Nenhum verso rebuscado, tudo muito fácil de entender.<span id="more-2966"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo feito na calada da noite de domingo passado. E até quarta-feira <a title="Estadão: &quot;Poesia 'invade' pontos de ônibus&quot; (27/07/11)" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110727/not_imp750263,0.php" target="_blank">ninguém sabia</a> quem estava por de trás dessas idéias subversoras do cotidiano paulistano. Seria uma ação publicitária de alguma empresa? Não há nenhuma vinculação de marcas. Não parece favorecer ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_horizontais_01.pdf" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2968" title="mais_poesia_mario_quintana_rapido_destino" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/mais_poesia_mario_quintana_rapido_destino.jpg" alt="" width="425" height="286" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começou quando <a title="Twitter: Alexandre Oyamada" href="http://twitter.com/ale_oyamada" target="_blank"><strong>Alexandre Oyamada</strong></a> teve seu primeiro contato verdadeiro com a poesia. Tinha 24 anos e namorava uma poetisa. A primeira coisa que o Alê ganhou da Pati foi o <strong>“<a title="Estante Virtual: &quot;Poemas Rupestres&quot;" href="http://www.estantevirtual.com.br/q/poemas-rupestres" target="_blank">Poemas Rupestres</a>”</strong> do <a title="Wikipédia: Manoel de Barros" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manoel_de_Barros" target="_blank"><strong>Manoel de Barros</strong></a>. <em>“Porque era o livro mais lindo que ela achava que podia me dar. E é mesmo”. </em>Ele diz que se começar a falar dele, fica <em>&#8220;8 horas escrevendo só sobre a genialidade</em><em> do livro e, óbvio, do Manoel de Barros”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="326" src="http://www.youtube.com/embed/9_qm9AqLxcs" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Outros livros do Barros vieram. Ela apresentou também <em>“<a title="Wikipédia: Adélia Prado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ad%C3%A9lia_Prado" target="_blank">Adélia Prado</a>, depois os do <a title="Wikipédia: Mário Quintana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_Quintana" target="_blank">Mário Quintana</a>, <a title="Wikipédia: Alice Ruiz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_Ruiz" target="_blank">Alice Ruiz</a>, <a title="Wikipédia: Ana Maria Machado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ana_Maria_Machado" target="_blank">Ana Maria Machado</a>, <a title="Wikipédia: Pablo Neruda" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pablo_Neruda" target="_blank">Pablo Neruda</a> e aí eu já estava simplesmente maravilhado por uma série de motivos que eu também ficaria mais 8 horas pra explicar”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele, que freqüentou um bom colégio em São Paulo, talvez seja a prova viva de que não basta ter acesso. Antes, poesia se resumia a métricas, a palavras rebuscadas, rimas&#8230; Possível sintoma de quando o professor de literatura segue o conteúdo programático como se fosse uma bíblia, um dogma&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Fiquei realmente impressionado como eles [os poetas] enxergavam o mundo de uma maneira muito bonita, muito sensível, muito humana e aí o mundo por si só começou a me bastar, sabe? Porque eu olhava mesmo pras coisas e via como as coisas são e podem ser MUITO mais do que as definições que damos para elas (&#8230;) e olhar pra tudo com uma infinidade de possibilidades, e eu comecei a reviver o que vivia quando criança, quando eu transformava a cadeira em moto, afinal, cadeira não era lugar de sentar, cadeira era o que eu fizesse dela.”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_horizontais_01.pdf" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2971" title="mais_poesia_pablo_neruda_melancia" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/mais_poesia_pablo_neruda_melancia.jpg" alt="" width="425" height="286" /></a><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Aí, acontecem aquelas perguntas naturais questionando como era possível não ter descoberto isso antes. E estender o raciocínio ao próximo é muito fácil, (apesar de ser tão difícil&#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Fiquei realmente impressionado como eles escreviam com um linguajar MEGA simples, quase que com as palavras só do uso comum. Agora veja: se os poemas são facilmente compreensíveis, são mega claros com uma linguagem super comum, e se eles podem fazer com que mais pessoas vivam o que eu vivi por meio da vivência da poesia, as pessoas têm que ter a possibilidade de conhecer esses poemas e poetas!!!”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Então, teve a idéia de imprimi-los com muito cuidado visual para facilitar a leitura. Formato das letras bem escolhido, texto devidamente ajustado no espaço do cartaz, identidade visual&#8230; Afinal, beleza também ajuda a chamar a atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">E quais foram os critérios de escolha dos poemas? Os que achava mais bonitos e que contivessem uma linguagem simples.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Poesia é um jeito de olhar pro mundo, não um estilo de escrever e isso as pessoas têm que ao menos ter a possibilidade de reparar.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Assim surgia o <em><strong>“Mais Poesia”</strong></em> com sua linha de objetivos: aproximar a poesia das pessoas; provar que ela está mais próxima de nós do que parece; e que não é algo reservado aos eruditos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O Alê já tinha boa parte de tudo pronto (incluindo os poemas impressos). Faltava ainda pensar em uma maneira de isso tudo se tornar um movimento. Mas a pressa das coisas de São Paulo (essa vida louca de uma grande metrópole) acabou passando outras prioridades na frente, fazendo com que tudo ficasse literalmente engavetado por seis meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas foi só até domingo passado. Em uma conversa, o ele acabou contando a dois amigos tudo que havia planejado e feito. Prontamente, <a title="Twitter: Julia Lima" href="http://twitter.com/juliaSAlima" target="_blank">Julia Lima</a> e Felipe Fontes disseram: &#8220;Ué, então vamos colar eles agora, Alê!”. E passaram aquela noite colando os cartazes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Fontes insistiu bastante que deviam fugir de pontos como a Vila Madalena, bairro de São Paulo que é reduto de boêmios, artistas e com muitas intervenções culturais. Ou seja, deviam procurar lugares não tão óbvios, que tivessem uma grande quantidade de pessoas passando por ali&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_verticais_01.pdf" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2970" title="mais_poesia_mario_quintana_opiniao" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/mais_poesia_mario_quintana_opiniao.jpg" alt="" width="425" height="582" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Dá pra perceber o quanto tudo foi pensado e questionado. E você mesmo, querido leitor, seja em qual cidade que estiver, seja no Brasil, em Angola, Portugal&#8230; está convidado a espalhar os poemas também. Eles são vetorizados, o que significa que podem ser impressos em tamanho pequeno ou grande, pois a qualidade do cartaz não sofrerá perdas.</p>
<p style="text-align: justify;">E o Alê promete mais cartazes para logo mais!</p>
<p style="text-align: justify;">Já me comprometi com ele em também participar de seu projeto, iniciando por colar alguns em Roma e em outras cidades da Europa antes de voltar para o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim, sem esforço nenhum, ajudamos a aumentar o repertório de referências das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta querer aumentar a venda de livros no Brasil. Não basta querer comparar com os habitantes de outras nações quantos livros os brasileiros lêem por ano. Deve-se é questionar a relevância do que se lê. E um caminho é propor literatura ao invés de auto-ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">Boas colagens!</p>
<p style="text-align: justify;">Olé</p>
<p style="text-align: justify;">PS:<br />
Para contatar o Alê: <strong>aleoyamada@gmail.com</strong><br />
Para baixar os cartazes: <a title="Baixar os pdfs dos cartazes horizontais" href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_horizontais_01.pdf" target="_blank">horizontais_01</a> e <a title="Baixar os pdfs dos cartazes verticais" href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_verticais_01.pdf" target="_blank">verticais_01</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/07/29/os-cartazes-mais-bonitos-da-cidade/' addthis:title='Os cartazes mais bonitos da cidade '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Maracatu na FLIP 2009</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 17:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assim como a FLIP proporciona ótimos encontros pessoais (não estou falando das mesas, mas sim daqueles pessoais mesmo), três grupos de Maracatu se encontraram algumas vezes pelas ruas de Paraty e fizeram aquela contagiante festa democrática. Abaixo, dois vídeos de uma destas festas proporcionadas pelos grupos Baque do Vale (Taubaté-SP),  Cia Caracaxá (São Paulo-SP) e [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2009/07/05/maracatu-na-flip-2009/' addthis:title='Maracatu na FLIP 2009 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como a <strong><a title="Sítio Oficial da FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty" href="http://flip.org.br">FLIP</a></strong> proporciona ótimos encontros pessoais (não estou falando das mesas, mas sim daqueles pessoais mesmo), três grupos de Maracatu se encontraram algumas vezes pelas ruas de Paraty e fizeram aquela contagiante festa democrática.</p>
<p>Abaixo, dois vídeos de uma destas festas proporcionadas pelos grupos <strong>Baque do Vale</strong> (Taubaté-SP),  <strong>Cia Caracaxá</strong> (São Paulo-SP)<strong> </strong>e <strong>Palmeira Imperial</strong> (Paraty-RJ).</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="326" src="http://www.youtube.com/embed/DrnDYxCV8UY" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="326" src="http://www.youtube.com/embed/3HW33SqW1VU" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
<p>Até!</p>
<p>Olé</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2009/07/05/maracatu-na-flip-2009/' addthis:title='Maracatu na FLIP 2009 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Produtos não perecíveis</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 13:24:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sábado fui à exposição do artista brasileiro Vik Muniz que está acontecendo no MASP, e tenho algumas observações a tecer sobre. Antes de ir, me muni de algumas críticas feitas por pessoas entendidas no assunto, para saber o que estavam pensando sobre o artista e a exposição. Sabe que eu não tive a melhor [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2009/05/21/produtos-nao-pereciveis/' addthis:title='Produtos não perecíveis '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-967" title="auto-retrato_vick_muniz" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2009/05/auto-retrato_vick_muniz.jpg" alt="auto-retrato_vick_muniz" width="425" height="400" /></p>
<p style="text-align: justify;">Neste sábado fui à exposição do artista brasileiro <a href="http://www.vikmuniz.net" target="_blank">Vik Muniz</a> que está acontecendo no <a title="Museu de Arte de São Paulo" href="http://masp.art.br/" target="_blank">MASP</a>, e tenho algumas observações a tecer sobre. Antes de ir, me muni de algumas críticas feitas por pessoas entendidas no assunto, para saber o que estavam pensando sobre o artista e a exposição. Sabe que eu não tive a melhor impressão do mundo?  Críticos metendo o pau no cara, principalmente referindo-se à arte dele como comercial. Confesso que adquiri um dilema. Para mim, outras formas de expressão artística são mais fáceis de identificar como sendo um trabalho comercial ou conceitual, pensado ou vendido, construído ou parido. Por exemplo, na música. É gritante a diferença de um trabalho do Harmonia do Samba, para um do Paulinho da Viola. No teatro, por exemplo, como <a title="Vereda Estreita: Oficina de Resistência" href="http://veredaestreita.org/2009/05/15/oficina-da-resistencia/" target="_blank">citei anteriormente</a>, do Teatro Oficina para as peças que acontecem no teatro da Gazeta. Que dirá, então, dos livros? Mas&#8230; e nas artes plásticas?</p>
<p style="text-align: justify;">Pode até ser uma ignorância enorme da minha parte fazer uma comparação destas, mas, a partir deste raciocínio, poderíamos considerar algumas das mais famosas obras renascentistas como comerciais, afinal muitos quadros pintados por grandes mestres da pintura foram feitos sob encomenda de famílias aristocratas da época. E não é, por sua vez, comercial? O mérito destes pintores fica esvaziado em algum momento por terem realizado obras para pagar o pão de cada dia? Acho que é uma reflexão pertinente. O Brasil tem atualmente três grandes nomes de artistas plásticos que figuram em todo o mundo como ícones de uma contemporaneidade artística criativa: <a href="http://www.romerobritto.com.br" target="_blank">Romero Britto</a>, <a title="Reportagem do programa &quot;Metrópolis&quot; sobre uma exposição de Beatriz Milharez, no ano de 2008." href="http://mais.uol.com.br/view/1xu2xa5tnz3h/metropolis--exposicao-beatriz-milhazes-em-sp-04023960E4B90326?types=A&amp;" target="_blank">Beatriz Milhazes</a> e Vik Muniz. Curiosamente, todos eles são acusados pelos mais puritanos de fazerem arte comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu estudei Artes, da 5ª série do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio, recebi alguns ensinamentos de uma professora muito interessante. Profª Juce. Tentava insistentemente levar para nós todo o conceito de arte que estava embutido, desprovendo-nos de crítica no sentido negativo da palavra. Bem me lembro certa vez que nos trouxe a uma Bienal de Artes de São Paulo, e apresentou  algumas instalações-conceito. Muitos &#8211; inclusive eu &#8211; torcemos o nariz para obras que não se enquadravam naquele limiar de aceitação que estabelecemos para as artes plásticas, baseados em experiências prévias claramente impressionistas. Ela buscava inserir aquela obra dentro da nossa margem crítica para aprendermos, no mínimo, a respeitar o trabalho daquele artista. Desta forma, aprendi na prática a respeitar qualquer manifestação artística que me fosse sugerida, buscando sempre sua essência como forma de justificar sua existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que entrei na exposição de Vik Muniz, já com alguns pré-conceitos formados como supra citei, e, tão logo li o release da exposição e do pensamento do artista, quebrei imediatamente todas as barreiras que foram criadas. Entendi que poderia esperar mais do que arte comercial daquele cara. É óbvio que às vezes ele esbarra mesmo no comercial. Mas acredito que isso não faz desmerecer tudo aquilo que ele faz de bom, e seria um reducionismo enorme e injusto. São as obras mais sinestésicas e efêmeras que eu já vi na minha vida. Vik faz releituras de grandes obras utilizando-se de materiais perecíveis, como calda de chocolate, geleia e pasta de amendoim, por exemplo. Não é possível passar por aquela exposição e não se sentir tocado por nada. Eu, por exemplo, fiquei extremamente comovido pela série que ele fez com açúcar, reproduzindo fotos de meninos que conheceu em uma viagem ao Caribe, e tinham seu destino traçado inevitavelmente para a colheita de cana-de-açúcar. É de uma ironia e perspicácia muito fina a sequência apresentada. Ou, ainda, a forma como acontece a comunicação do material utilizado com a obra, ou a incessante experimentação de novas técnicas. Talvez, ainda, como a percepção do material e da obra se desdobre em mais de uma vertente conforme a distância que se aprecia. Aliás, vale a dica de ir à exposição durante a semana, pois costuma encher nos finais de semana, o que impede que cada um experimente tranquilamente diferentes distanciamentos das obras, e suas sensações.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-966" title="sugar_valencia" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2009/05/sugar_valencia.jpg" alt="sugar_valencia" width="425" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Concluo garantindo: Não perca esta exposição. Comercial ou não, Vik Muniz justifica seu reconhecimento internacional pela genialidade contida em pequenos detalhes. É preciso ter olhos de ver.</p>
<p style="text-align: justify;">Victor Gouvea</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Realização e coordenação</strong>: Aprazível Edições e Arte – Leonel Kaz e Nigge Loddi<br />
<strong>Patrocínio</strong>: Bradesco Seguros e Previdência<br />
<strong>Direção de montagem</strong>: Emílio Kalil<br />
<strong>Programação visual</strong>: Jair de Souza<br />
<strong>Vídeos</strong>: Fabio Ghivelder<br />
<strong>Montagem</strong>: Arquiprom / Fernando Arouca<br />
<strong>Exposição</strong>: de 24 de abril a 12 de julho de 2009<br />
<strong>Horário de visitação</strong>: terça a domingo e feriados, das 11h às 18h; às quintas, das 11h às 20h.<br />
<strong>Ingresso</strong>:<br />
Inteira – R$ 15,00<br />
Estudantes &#8211; R$ 7,00<br />
Menores de 10 anos e maiores de 60 anos – Gratuito<br />
Às <strong>terças-feiras</strong> a entrada é <strong>gratuita</strong><br />
<strong>Local</strong>: Museu de Arte de São Paulo – <a href="http://masp.art.br/" target="_blank">MASP</a><br />
<strong>Endereço</strong>: Av. Paulista, 1578<br />
<strong>Telefone</strong>: (11) 3251 5644<br />
<strong>Classificação etária</strong>: livre<br />
Estacionamento pago no local<br />
Acesso a deficientes</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2009/05/21/produtos-nao-pereciveis/' addthis:title='Produtos não perecíveis '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Desvendando as Raízes Culturais Paulistas</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 05:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colunista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vou dizer, com sinceridade, que já estava com saudades. Hoje, sexta-feira, às 18h, começa a décima segunda edição do Revelando São Paulo. O delicioso festival da Cultura Paulista Tradicional. Como sempre, e não poderia deixar de ser lá, o evento ocorre no Parque da Água Branca, São Paulo, capital, que fica pertíssimo, um quarteirão de [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2008/09/12/desvendando-as-raizes-culturais-paulistas/' addthis:title='Desvendando as Raízes Culturais Paulistas '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-471" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/09/desvendando1.jpg" alt="Revelando São Paulo" width="425" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Vou dizer, com sinceridade, que já estava com saudades.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, sexta-feira, às 18h, começa a décima segunda edição do <strong>Revelando São Paulo</strong>. O delicioso festival da Cultura Paulista Tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">Como sempre, e não poderia deixar de ser lá, o evento ocorre no Parque da Água Branca, São Paulo, capital, que fica pertíssimo, um quarteirão de distância, do Terminal Barra Funda.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá, o pessoal mais afeiçoado pela cultura típica poderá vivenciar brincadeiras típicas, uma exposição maravilhosa de artesanatos locais e culinária da boa mesmo&#8230; Você terá a oportunidade de ver de pertinho a Imagem Peregrina da Nossa Senhora Aparecida das Águas, que chega ao parque no domingo, às 11h. Eu, que não sou uma pessoa muito da religiosa, só de ver aquele pessoal todo, em procissão, trazendo a santa, me comovo, aquela energia toda acaba mexendo muito com a gente. E isso é só um tequinho das coisas boas que acontecerão por lá&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Vai ter diversas apresentações de manifestações típicas regionais, como: grupos e orquestras de violas; cavalhadas, fandangos, causos, grupos folclóricos de cultura italiana, alemã, boliviana, cigana, lituana, espanhola, de cabo verde, de portugal, da grécia&#8230; bom, já deu pra perceber a dimensão e riqueza cultural que o evento nos possibilita a vivência.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-472" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/09/desvendando2.jpg" alt="Revelando São Paulo" width="425" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Tudo isso, vale lembrar, num clima tão familiar quanto a casa da vó. Onde as pessoas passam o tempo todo, sorrindo, encantadas em descobrir, por vezes, que sua cidadezinha, escondida num recanto, tem uma riqueza folclórica de dar inveja em qualquer gringo. Foi lá que eu descobri as riquezas da minha cidade, Sorocaba, como a tradição no trabalho com o tear e as delícias da culinária tropeira (vale lembrar que o feijão tropeiro, e toda essa culinária derivada, é paulista, e não mineira, como costumam dizer, uma vez que ela decorre das necessidades das indas e vindas dos primeiros explorados destas terras que partiam do nosso querido estado)</p>
<p style="text-align: justify;">Ah! Deixa eu falar um pouco mais do parque. Quando você for para lá (você não está sendo convidado, mas intimado por mim), você vai perceber o quanto aquele parque é uma luva para a proposta do evento. Lá tem um ótimo espaço para as bancas de culinária, corredores abertos para os artesanatos, uma cúpula brindada para a santa, uma arena linda, de chão de arreia, onde são feitas as cavalhadas, um estábulo onde é feita a culinária tropeira, e uma gramadão para os bichinhos descansarem. Fora as belezas do próprias do parque.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, nem tudo são flores. O evento vem sofrendo uma pressão constante da administração do parque, que deseja retirar-lo de lá. Ano passado foi passado um abaixo assinado, pelos apoiadores do evento, solicitando que o evento fosse mantido. Uma tristeza só. Pelo do contra, é dito que o evento causa muito impacto, que o número de visitantes do parque aumento demasiadamente fora do normal, que vasos sanitários são quebrados (apesar dos banheiros químicos), plantinhas pisadas, que as lixeiras rapidamente saturam, entre outras coisas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-473" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/09/desvendando4.jpg" alt="Revelando São Paulo" width="425" height="401" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Tais fatos, são inquestionáveis e acabam sendo evidentes. Questionável é a postura daqueles que querem tirar o evento dali. Nenhum outro lugar de São Paulo apresenta estrutura tão adequada para um evento dessa riqueza cultural, afinal este estado se construiu sobre bases rurais. Nenhum outro lugar é tão acessível e permite cruzar com tanta fluência as culturas urbana e rural, folclórica e massificada. Nenhum outro lugar possibilitaria uma evidência tão significativa a Cultura Tradicional Paulista. Em nenhum outro lugar, os representantes da cultura regional se sentiriam tão em casa, e os visitantes tão fora de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">É com grande pesar que se assisti essa tentativa de desconstrução dessa belíssima iniciativa de valorização da cultura tradicional, hoje ainda tão deixada de lado pelos meios de comunicação massivos, iniciativa privada e Estado. Eu sinceramente não sei dizer se os impactos no parque ocorrem antes por incompetências administrativas (daqueles que ignoram o porte do evento, e não preparam o parque para receber tal fluxo de pessoas, dinamizando a coleta de lixo, sensibilizando os visitantes sobre a manutenção do parque, abrindo diálogo e compartilhando a gestão do evento e do parque), por aversão a uma semana mais intensa de trabalho, ou por que o evento realmente rompe as fronteiras de um parque tradicional, trazendo uma dinâmica tão nova e rica que os conservadores não conseguem compreendê-la e, tão logo, administrá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, para mim, a XII edição Revelando São Paulo é um misto de felicidade, tristeza e saudosismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-474" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/09/desvendando3.jpg" alt="Revelando São Paulo" width="425" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais sobre o evento: <a title="Saiba mais sobre o evento" href="http://www.brazilsite.com.br/" target="_blank">www.brazilsite.com.br</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Bruno Incáo</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2008/09/12/desvendando-as-raizes-culturais-paulistas/' addthis:title='Desvendando as Raízes Culturais Paulistas '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Estátuas Vivas no Viaduto do Chá</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 00:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que marcou a Virada Cultural não foram os grandes shows com artistas famosos. Quem conseguiu aproveitar o evento sabe que coisas muito legais e com menores proporções foram feitas. Um exemplo disso era a Exposição de Estátuas Vivas que ficou ao ar livre em pleno Viaduto do Chá. Por estar em uma das ligações [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2008/05/04/estatuas-vivas-no-viaduto-do-cha/' addthis:title='Estátuas Vivas no Viaduto do Chá '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-692" title="Estátua viva: Camponesa" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/05/camponesa03.jpg" alt="Estátua viva: Camponesa" width="425" height="200" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O que marcou a <a href="http://viradacultural.org" target="_blank">Virada Cultural</a> não foram os grandes shows com artistas famosos. Quem conseguiu aproveitar o evento sabe que coisas muito legais e com menores proporções foram feitas. Um exemplo disso era a <strong>Exposição de Estátuas Vivas</strong> que ficou ao ar livre em pleno Viaduto do Chá. Por estar em uma das ligações entre Centro Velho e Novo, inúmeras pessoas passavam por ali e assistiram aos artistas que também eram atletas, pois tantas horas ali trabalhando exigem muito preparo físico.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Estavam lado a lado da mesma forma que um museu posiciona seu acervo. A diferença é que havia muita interação com o público. Muitos gestores e curadores de museus deveriam passar por ali para pensar o museu mais do que um belo armário.</p>
<h5 class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_695" class="wp-caption alignnone" style="width: 435px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-695" title="Estátuas vivas no Viaduto do Chá" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/05/estatuas_viaduto_do_cha.jpg" alt="Estátuas vivas posicionadas como em um museu." width="425" height="250" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><em>Estátuas vivas posicionadas como em um museu.</em></dd>
</dl>
</h5>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-691" title="Camponesa e populares" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/05/camponesa_populares_foto.jpg" alt="Camponesa e populares" width="425" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_732" class="wp-caption alignnone" style="width: 435px"><img class="size-full wp-image-732" title="Camponesa e populares" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/05/camponesa_populares_foto02.jpg" alt="Estátua viva interagindo com populares" width="425" height="235" /><p class="wp-caption-text">Estátua viva interagindo com populares</p></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Tinha de tudo. Figuras conhecidas como <em>Che Guevara</em>, <em>Santos Dumont</em>, <em>Lampião</em>, ou personagens simplórias, como é o caso da encantadora <em>Camponesa</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-746" title="Estátua viva: Arcanjo Gabriel" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/05/arcanjo_estatua_viva1.jpg" alt="Estátua viva: Arcanjo Gabriel" width="425" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-737" title="Estátua viva: Santos Dumont" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2008/05/estatua_viva_santos_dumont.jpg" alt="Estátua viva: Santos Dumont" width="425" height="200" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Perto de outras estruturas, essa era uma das mais simples. Requeria alguns seguranças para controlar os mais eufóricos, iluminação e assistência para os artistas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Tentei retratar todos ali, pois, aquilo tudo fazia uma bela cena no amanhecer de São Paulo e em um dos cartões postais da cidade. Confira mais fotos em <a title="Flickr: Vereda Estreita" href="http://www.flickr.com/photos/21855999@N04/" target="_blank">nosso  Flickr</a>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Olé</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2008/05/04/estatuas-vivas-no-viaduto-do-cha/' addthis:title='Estátuas Vivas no Viaduto do Chá '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
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