<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vereda Estreita &#187; Livros</title>
	<atom:link href="http://veredaestreita.org/category/livros/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://veredaestreita.org</link>
	<description>Cultura</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 22:14:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Os cartazes mais bonitos da cidade</title>
		<link>http://veredaestreita.org/2011/07/29/os-cartazes-mais-bonitos-da-cidade/</link>
		<comments>http://veredaestreita.org/2011/07/29/os-cartazes-mais-bonitos-da-cidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 11:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Adélia Prado]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Oyamada]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Ruiz]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Maria Machado]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Av. Pompéia]]></category>
		<category><![CDATA[Cardeal Arco Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Clinicas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Arnaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Fontes]]></category>
		<category><![CDATA[Julia Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Largo da Batata]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel de Barros]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Quintana]]></category>
		<category><![CDATA[Metrô]]></category>
		<category><![CDATA[Olé]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Neruda]]></category>
		<category><![CDATA[Pinheiros]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas Rupestres]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia na Cardeal]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia na Dr. Arnaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia no Ponto]]></category>
		<category><![CDATA[Rua Clélia]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Sarau]]></category>
		<category><![CDATA[Teodoro Sampaio]]></category>
		<category><![CDATA[Vereda Estreita]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Madalena]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://veredaestreita.org/?p=2966</guid>
		<description><![CDATA[Essa semana a cidade de São Paulo acordou mais bonita. Uma intervenção simples e genial buscou quebrar tabus, surpreender: cartazes com um ótimo visual foram colados em alguns pontos de ônibus (Av. Cardeal&#8230; Teodoro Sampaio, Dr. Arnaldo, Av. Pompéia, Rua Clélia&#8230;). O que tinha neles? Poesia. Nenhum verso rebuscado, tudo muito fácil de entender. Tudo [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/07/29/os-cartazes-mais-bonitos-da-cidade/' addthis:title='Os cartazes mais bonitos da cidade '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_horizontais_01.pdf" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2969" title="mais_poesia_paulo_leminski_a_noite" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/mais_poesia_paulo_leminski_a_noite.jpg" alt="" width="425" height="283" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Essa semana a cidade de São Paulo acordou mais bonita. Uma intervenção simples e genial buscou quebrar tabus, surpreender: cartazes com um ótimo visual foram colados em alguns pontos de ônibus (Av. Cardeal&#8230; Teodoro Sampaio, Dr. Arnaldo, Av. Pompéia, Rua Clélia&#8230;). O que tinha neles? Poesia. Nenhum verso rebuscado, tudo muito fácil de entender.<span id="more-2966"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo feito na calada da noite de domingo passado. E até quarta-feira <a title="Estadão: &quot;Poesia 'invade' pontos de ônibus&quot; (27/07/11)" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110727/not_imp750263,0.php" target="_blank">ninguém sabia</a> quem estava por de trás dessas idéias subversoras do cotidiano paulistano. Seria uma ação publicitária de alguma empresa? Não há nenhuma vinculação de marcas. Não parece favorecer ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_horizontais_01.pdf" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2968" title="mais_poesia_mario_quintana_rapido_destino" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/mais_poesia_mario_quintana_rapido_destino.jpg" alt="" width="425" height="286" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começou quando <a title="Twitter: Alexandre Oyamada" href="http://twitter.com/ale_oyamada" target="_blank"><strong>Alexandre Oyamada</strong></a> teve seu primeiro contato verdadeiro com a poesia. Tinha 24 anos e namorava uma poetisa. A primeira coisa que o Alê ganhou da Pati foi o <strong>“<a title="Estante Virtual: &quot;Poemas Rupestres&quot;" href="http://www.estantevirtual.com.br/q/poemas-rupestres" target="_blank">Poemas Rupestres</a>”</strong> do <a title="Wikipédia: Manoel de Barros" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manoel_de_Barros" target="_blank"><strong>Manoel de Barros</strong></a>. <em>“Porque era o livro mais lindo que ela achava que podia me dar. E é mesmo”. </em>Ele diz que se começar a falar dele, fica <em>&#8220;8 horas escrevendo só sobre a genialidade</em><em> do livro e, óbvio, do Manoel de Barros”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="326" src="http://www.youtube.com/embed/9_qm9AqLxcs" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Outros livros do Barros vieram. Ela apresentou também <em>“<a title="Wikipédia: Adélia Prado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ad%C3%A9lia_Prado" target="_blank">Adélia Prado</a>, depois os do <a title="Wikipédia: Mário Quintana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_Quintana" target="_blank">Mário Quintana</a>, <a title="Wikipédia: Alice Ruiz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_Ruiz" target="_blank">Alice Ruiz</a>, <a title="Wikipédia: Ana Maria Machado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ana_Maria_Machado" target="_blank">Ana Maria Machado</a>, <a title="Wikipédia: Pablo Neruda" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pablo_Neruda" target="_blank">Pablo Neruda</a> e aí eu já estava simplesmente maravilhado por uma série de motivos que eu também ficaria mais 8 horas pra explicar”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele, que freqüentou um bom colégio em São Paulo, talvez seja a prova viva de que não basta ter acesso. Antes, poesia se resumia a métricas, a palavras rebuscadas, rimas&#8230; Possível sintoma de quando o professor de literatura segue o conteúdo programático como se fosse uma bíblia, um dogma&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Fiquei realmente impressionado como eles [os poetas] enxergavam o mundo de uma maneira muito bonita, muito sensível, muito humana e aí o mundo por si só começou a me bastar, sabe? Porque eu olhava mesmo pras coisas e via como as coisas são e podem ser MUITO mais do que as definições que damos para elas (&#8230;) e olhar pra tudo com uma infinidade de possibilidades, e eu comecei a reviver o que vivia quando criança, quando eu transformava a cadeira em moto, afinal, cadeira não era lugar de sentar, cadeira era o que eu fizesse dela.”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_horizontais_01.pdf" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2971" title="mais_poesia_pablo_neruda_melancia" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/mais_poesia_pablo_neruda_melancia.jpg" alt="" width="425" height="286" /></a><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Aí, acontecem aquelas perguntas naturais questionando como era possível não ter descoberto isso antes. E estender o raciocínio ao próximo é muito fácil, (apesar de ser tão difícil&#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Fiquei realmente impressionado como eles escreviam com um linguajar MEGA simples, quase que com as palavras só do uso comum. Agora veja: se os poemas são facilmente compreensíveis, são mega claros com uma linguagem super comum, e se eles podem fazer com que mais pessoas vivam o que eu vivi por meio da vivência da poesia, as pessoas têm que ter a possibilidade de conhecer esses poemas e poetas!!!”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Então, teve a idéia de imprimi-los com muito cuidado visual para facilitar a leitura. Formato das letras bem escolhido, texto devidamente ajustado no espaço do cartaz, identidade visual&#8230; Afinal, beleza também ajuda a chamar a atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">E quais foram os critérios de escolha dos poemas? Os que achava mais bonitos e que contivessem uma linguagem simples.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Poesia é um jeito de olhar pro mundo, não um estilo de escrever e isso as pessoas têm que ao menos ter a possibilidade de reparar.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Assim surgia o <em><strong>“Mais Poesia”</strong></em> com sua linha de objetivos: aproximar a poesia das pessoas; provar que ela está mais próxima de nós do que parece; e que não é algo reservado aos eruditos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O Alê já tinha boa parte de tudo pronto (incluindo os poemas impressos). Faltava ainda pensar em uma maneira de isso tudo se tornar um movimento. Mas a pressa das coisas de São Paulo (essa vida louca de uma grande metrópole) acabou passando outras prioridades na frente, fazendo com que tudo ficasse literalmente engavetado por seis meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas foi só até domingo passado. Em uma conversa, o ele acabou contando a dois amigos tudo que havia planejado e feito. Prontamente, <a title="Twitter: Julia Lima" href="http://twitter.com/juliaSAlima" target="_blank">Julia Lima</a> e Felipe Fontes disseram: &#8220;Ué, então vamos colar eles agora, Alê!”. E passaram aquela noite colando os cartazes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Fontes insistiu bastante que deviam fugir de pontos como a Vila Madalena, bairro de São Paulo que é reduto de boêmios, artistas e com muitas intervenções culturais. Ou seja, deviam procurar lugares não tão óbvios, que tivessem uma grande quantidade de pessoas passando por ali&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_verticais_01.pdf" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2970" title="mais_poesia_mario_quintana_opiniao" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/mais_poesia_mario_quintana_opiniao.jpg" alt="" width="425" height="582" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Dá pra perceber o quanto tudo foi pensado e questionado. E você mesmo, querido leitor, seja em qual cidade que estiver, seja no Brasil, em Angola, Portugal&#8230; está convidado a espalhar os poemas também. Eles são vetorizados, o que significa que podem ser impressos em tamanho pequeno ou grande, pois a qualidade do cartaz não sofrerá perdas.</p>
<p style="text-align: justify;">E o Alê promete mais cartazes para logo mais!</p>
<p style="text-align: justify;">Já me comprometi com ele em também participar de seu projeto, iniciando por colar alguns em Roma e em outras cidades da Europa antes de voltar para o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim, sem esforço nenhum, ajudamos a aumentar o repertório de referências das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta querer aumentar a venda de livros no Brasil. Não basta querer comparar com os habitantes de outras nações quantos livros os brasileiros lêem por ano. Deve-se é questionar a relevância do que se lê. E um caminho é propor literatura ao invés de auto-ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">Boas colagens!</p>
<p style="text-align: justify;">Olé</p>
<p style="text-align: justify;">PS:<br />
Para contatar o Alê: <strong>aleoyamada@gmail.com</strong><br />
Para baixar os cartazes: <a title="Baixar os pdfs dos cartazes horizontais" href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_horizontais_01.pdf" target="_blank">horizontais_01</a> e <a title="Baixar os pdfs dos cartazes verticais" href="http://arquivo.veredaestreita.org/2011mais_poesia_cartazes_verticais_01.pdf" target="_blank">verticais_01</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/07/29/os-cartazes-mais-bonitos-da-cidade/' addthis:title='Os cartazes mais bonitos da cidade '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://veredaestreita.org/2011/07/29/os-cartazes-mais-bonitos-da-cidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Algumas impressões sobre a FLIP 2011</title>
		<link>http://veredaestreita.org/2011/07/13/algumas-impressoes-sobre-a-flip-2011/</link>
		<comments>http://veredaestreita.org/2011/07/13/algumas-impressoes-sobre-a-flip-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 20:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colunista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Candido]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Bruna Buzzo]]></category>
		<category><![CDATA[Celso Sim]]></category>
		<category><![CDATA[Claude Lanzmann]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[debate literário]]></category>
		<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[Elza Soares]]></category>
		<category><![CDATA[FLIP]]></category>
		<category><![CDATA[FLIP 2011]]></category>
		<category><![CDATA[Hector Abad]]></category>
		<category><![CDATA[impressões]]></category>
		<category><![CDATA[João Ubaldo Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[José Miguel Wisnik]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Restrepo]]></category>
		<category><![CDATA[Macumba Antropófaga]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel da Costa Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[mesas literárias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Oficina]]></category>
		<category><![CDATA[valter hugo mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Vereda]]></category>
		<category><![CDATA[Vereda Estreita]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Celso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://veredaestreita.org/?p=2940</guid>
		<description><![CDATA[Oswald de Andrade esteve na FLIP 2011 como dificilmente outro escritor homenageado pela festa estará. Das três edições da FLIP que acompanhei, esta foi aquela em que a homenagem melhor se enraizou na programação. Oswald não foi debatido apenas na mesa de abertura ou em algumas mesas menos prestigiadas pelo público ao longo da festa. [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/07/13/algumas-impressoes-sobre-a-flip-2011/' addthis:title='Algumas impressões sobre a FLIP 2011 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Oswald de Andrade esteve na FLIP 2011 como dificilmente outro escritor homenageado pela festa estará. Das três edições da FLIP que acompanhei, esta foi aquela em que a homenagem melhor se enraizou na <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110711/not_imp743181,0.php" target="_blank">programação</a>. Oswald não foi debatido apenas na mesa de abertura ou em algumas mesas menos prestigiadas pelo público ao longo da festa. Ele esteve nas <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4SbqPsj2FZk&amp;feature=channel_video_title" target="_blank">palavras de Antonio Candido</a> na <a href="http://www.flip.org.br/blog.php?param=2011/07/06/um-momento-magico/" target="_blank">conferência inicial</a>, mas também nas canções do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=byHI_aEUOaI" target="_blank">show de abertura</a>, em que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ucwVXY2v1bw" target="_blank">José Miguel Wisnik</a> (que também falou na primeira mesa), <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ucwVXY2v1bw" target="_blank">Celso Sim</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=24HcvLAoRBQ" target="_blank">Elza Soares</a> cantaram adaptações feitas a partir de poemas do modernista, e também na &#8220;<a href="http://www.flip.org.br/noticias.php?id=690" target="_blank">Macumba Antropófaga</a>&#8221; com que Zé Celso e sua equipe do Teatro Oficina encerraram a festa.<span id="more-2940"></span></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/brunabuzzo/5930701703"><img class="size-large wp-image-2941 " src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2011/07/IMG_2918_rec-425x209.jpg" alt="Imagem do começo da Macumba Antropófaga que encerrou a FLIP 2011" width="425" height="209" /></a></p>
<h5>Imagem do começo da &#8220;Macumba Antropófaga&#8221;, que encerrou a FLIP 2011.</h5>
<p style="text-align: justify;">Na programação principal, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=SNR34YcRvH0&amp;amp;feature=player_embedded" target="_blank">João Ubaldo Ribeiro</a> e o escritor português nascido em Angola <a href="https://twitter.com/#!/valterhugomae" target="_blank">valter hugo mãe</a> (que não usa maiúsculas nem em seu nome) foram os autores que mais cativaram o público. Ubaldo por suas divertidas histórias e mãe por uma fala onde a escrita parece natural (além de um texto sobre sua relação com o Brasil lido ao final da mesa, que levou boa parte do público às lágrimas). <a href="http://www.flip.org.br/blog/index.php?param=2011/07/09/enriquecendo-a-literatura/" target="_blank">Miguel Nicolelis</a>, <a href="http://www.flip.org.br/blog/index.php?param=2011/07/09/uma-deliciosa-conversa-literaria/" target="_blank">Andrés Neuman</a> e <a href="http://www.flip.org.br/blog/index.php?param=2011/07/10/quadrinho-de-gente-grande/" target="_blank">Joe Sacco</a> também chamaram bastante atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo desta 9ª edição da FLIP, a impressão geral do público foi de que havia menos gente em Paraty este ano. No entanto, a estimativa é de que entre <a href="http://blogs.estadao.com.br/flip/2011/07/10/drummond-o-homenageado-de-2012/" target="_blank">20 e 25 mil</a> pessoas estavam por lá durante o evento, a mesma estimativa da edição de 2009. Ano passado, o público estimado foi de 15 a 20 mil pessoas (a edição 2010 aconteceu em agosto, devido à Copa do Mundo). Acredito, então, que esta impressão se deva ao fato de que o número de eventos paralelos cresceu. Se o número de pessoas que assistiam as mesas literárias do lado de fora da tenda do telão diminuiu, a Casa de Cultura estava sempre mais ou menos cheia, muitos eventos da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/940331-senta-aqui-bolsonaro-brinca-laerte-na-casa-folha-em-paraty.shtml" target="_blank">Casa Folha</a> e da <a href="http://flip.sesc.com.br/flip/" target="_blank">Casa SESC</a> lotaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que pode ter contribuído para a impressão de que a cidade estava mais vazia ou de que este ano estava mais fácil atravessar a ponte do rio que cruza a cidade foi a mudança de lugar na Tenda do Telão. Em 2011, a organização da FLIP reuniu todas as suas tendas do mesmo lado do rio em que nas edições anteriores ficava apenas a Tenda dos Autores. Em um único corredor, aproveitando o passeio reformado pela prefeitura, estavam reunidas as tendas dos autores, dos autógrafos, a livraria, a loja da FLIP, os estandes dos patrocinadores e, ao final de tudo, já na praia, a tenda do telão.</p>
<h5><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="326" src="http://www.youtube.com/embed/euD46SXKaOc&amp;" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe><br />
A leitura feita por valter hugo mãe ao final da mesa 6 da FLIP 2011. Vídeo: Divulgação/FLIP</h5>
<p style="text-align: justify;">Foi uma FLIP com bons autores, bons mediadores (das mesas que vi, nenhum mediador estragou as conversas, como às vezes acontece), com alguma <a href="http://veja.abril.com.br/blog/todoprosa/vida-literaria/balanco-a-palavra-errada-nazista-e-o-homem-certo-mae/" target="_blank">polêmica</a> (especialmente entre o curador e o cineasta e escritor judeu Claude Lanzmann) e com algum debate. Nas mesas literárias, é difícil que os escritores convidados efetivamente dialoguem entre si, para além de algumas semelhanças propostas pelos mediadores. Neste ponto, destaco a mesa entre os escritores colombianos Laura Restrepo e Hector Abad, que não só leram as obras um do outro como <a href="http://www.flip.org.br/noticias.php?id=688" target="_blank">trocaram impressões</a> a respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto e foto: Bruna Buzzo</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2011/07/13/algumas-impressoes-sobre-a-flip-2011/' addthis:title='Algumas impressões sobre a FLIP 2011 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://veredaestreita.org/2011/07/13/algumas-impressoes-sobre-a-flip-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carnaval 2010 no Rio</title>
		<link>http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/</link>
		<comments>http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 03:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco das Carmelitas]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval no fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular/Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Guia do Carnaval de Rua do Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Marcel Oliveira Nicolau]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Voadora]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Ruy Castro]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Tereza]]></category>
		<category><![CDATA[Vereda Estreita]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://veredaestreita.org/?p=1394</guid>
		<description><![CDATA[Santa Tereza, após o Bloco das Carmelitas. Foto: Olegário A. Filho Não imaginava. Claro! Bombardeado pela mídia, era de se esperar que o Carnaval do Rio se resumisse à Sapucaí. Mas não é bem assim. Cidade enfeitada, muita gente fantasiada. Clima de festa. Centenas de blocos pelas ruas e avenidas. Essa é a cara do [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/' addthis:title='Carnaval 2010 no Rio '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1398" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1398" href="http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/carnaval_rio_de_janeiro_2010_santa_tereza/"><img class="size-full wp-image-1398" title="carnaval_rio_de_janeiro_2010_santa_tereza" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2010/03/carnaval_rio_de_janeiro_2010_santa_tereza.jpg" alt="Santa Tereza, após o Bloco das Carmelitas. Foto: Olegário A. Filho" width="425" height="238" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Santa Tereza, após o Bloco das Carmelitas. Foto: Olegário A. Filho</dd>
</dl>
</h5>
<p style="text-align: justify;">Não imaginava. Claro! Bombardeado pela mídia, era de se esperar que o Carnaval do Rio se resumisse à Sapucaí. Mas não é bem assim. Cidade enfeitada, muita gente fantasiada. Clima de festa. Centenas de blocos pelas ruas e avenidas. Essa é a cara do carnaval de rua do Rio de Janeiro: uma festa bastante democrática.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei sabendo disso quando amigos meus voltaram da folia de 2009, falando o quanto era bom brincar nas ruas cariocas. Isso somado ao <a title="IG Turismo: &quot;Carnaval cancelado é marco triste na história de São Luiz do Paraitinga&quot;" href="http://turismo.ig.com.br/destinos_nacionais/2010/01/18/carnaval+cancelado+e+marco+triste+na+historia+de+sao+luiz+do+paraitinga+9322077.html" target="_blank">cancelamento do Carnaval 2010 em São Luiz de Paraitinga</a> não me deixou dúvidas em escolher uma festa diferente das milhares existentes por ai: onde um monte de gente leva seu carro para fazer competição de som&#8230; enfim, aqueles que não diferem em nada. Estava decidido: Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das peculiaridades de lá é que tudo começa cedo, às 7&#8230; 8 horas da manhã e dura o dia todo. Ao anoitecer você já está quebrado de tanto pular atrás de bloco e não vê a hora de descansar, afinal às 7h já tem bloco de novo! Como é uma grande cidade, é claro que tem várias coisas para se fazer à noite, mas a proposta não era esta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h5 class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1409" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1409" href="http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/carnaval_rio_de_janeiro_2010_bloco_carmelitas01/"><img class="size-full wp-image-1409" title="carnaval_rio_de_janeiro_2010_bloco_carmelitas01" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2010/03/carnaval_rio_de_janeiro_2010_bloco_carmelitas01.jpg" alt="Multidão atrás do Bloco das Carmelitas. Foto: Olegário A. Filho" width="425" height="208" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Multidão atrás do Bloco das Carmelitas. Foto: Olegário A. Filho</dd>
</dl>
</h5>
<p style="text-align: justify;">Tinha turista, mas não era aquela coisa de só ter turista. Estava lotado de cariocas. A folia é feita para e pelos moradores de lá. Isso atualmente é um enorme diferencial para o Rio, afinal tem tanta festa por ai que tem o simples objetivo de agradar aos turistas. Apesar da Prefeitura burocratizar a espontaneidade, pois era preciso solicitar autorização antes do dia 30 de agosto do ano anterior, os blocos existiam porque os foliões queriam ir pra rua, brincar o carnaval, pouco importando se tinham forasteiros ali ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h5 class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1420" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1420" href="http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/carnaval_rio_de_janeiro_2010_concentracao_orquestra_voadora/"><img class="size-full wp-image-1420" title="carnaval_rio_de_janeiro_2010_concentracao_orquestra_voadora" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2010/03/carnaval_rio_de_janeiro_2010_concentracao_orquestra_voadora.jpg" alt="Foliões concentrados para a Orquestra Voadora. Foto: Lara Baggi" width="425" height="264" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foliões concentrados para a Orquestra Voadora. Foto: Lara Baggi</dd>
</dl>
</h5>
<p style="text-align: justify;">Não vi nenhuma briga. Uma amiga carioca disse que isso é mais comum em blocos da Zona Sul. Segundo ela, por eu ter ficado mais por Santa Tereza, Centro não era tão estranho. Mas pra mim, um paulista que passou inúmeros carnavais durante a adolescência no litoral paulista, não ver uma confusão é algo de se espantar!</p>
<p style="text-align: justify;">
<h5 class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1439" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1439" href="http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/carnaval_rio_de_janeiro_2010_concentracao_orquestra_voadora03/"><img class="size-full wp-image-1439" title="carnaval_rio_de_janeiro_2010_concentracao_orquestra_voadora03" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2010/03/carnaval_rio_de_janeiro_2010_concentracao_orquestra_voadora03.jpg" alt="Do alto, foliões viam a Orquestra Voadora. Foto: Olegário A. Filho" width="425" height="186" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Do alto, foliões viam a Orquestra Voadora. Foto: Olegário A. Filho</dd>
</dl>
</h5>
<p style="text-align: justify;">Também não vi nenhum assalto, roubo, furto etc, mas vi vários policiais absurdamente armados, mostrando que há apenas uma trégua na guerra habitual. Talvez, parte daquela faxina pra receber as visitas, afinal teremos Copa do Mundo, Olimpíadas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O Rio de Janeiro mesmo com todas as suas contradições é encantador. Se você não acha, leia o livro <a title="Livraria Cultura: &quot;Carnaval no fogo&quot;" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=6857&amp;tipo=2&amp;isbn=8535903666" target="_blank"><strong><em>Carnaval no fogo</em></strong></a>, de Ruy Castro. Indico, mas ainda não o li. É que depois do <a title="Folha Ilustrada: &quot;Ruy Castro abre alas para um 'Carnaval no Fogo'&quot;" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u39511.shtml" target="_blank">relato do adolescente paulista que leu o livro em uma madrugada e de manhã pegou um ônibus para o rio</a>, já coloquei na lista dos próximos.  Depois que eu ler, falo dele aqui.</p>
<h5 class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1436" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1436" href="http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/carnaval_rio_de_janeiro_2010_concentracao_orquestra_voadora021/"><img class="size-full wp-image-1436" title="carnaval_rio_de_janeiro_2010_concentracao_orquestra_voadora021" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2010/03/carnaval_rio_de_janeiro_2010_concentracao_orquestra_voadora021.jpg" alt="Marcel Nicolau (trombone), Orquestra Voadora. Foto: Olegário A. Filho" width="425" height="182" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Marcel Nicolau (trombone), Orquestra Voadora. Foto: Olegário A. Filho</dd>
</dl>
</h5>
<p style="text-align: justify;">Outra leitura (mas essa eu li!): um guia feito há uns anos chamado <strong><a title="Livraria Cultura: &quot;Guia do Carnaval de Rua do Rio de Janeiro&quot;" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=6857&amp;tipo=2&amp;isbn=8586518646" target="_blank"><em>Guia do Carnaval de Rua do Rio de Janeiro</em></a></strong>. Além de falar um pouco sobre vários blocos, também traz um histórico das comemorações na cidade: os cordões, os ranchos, Grandes Sociedades, escolas de samba e o apoio do governo de Getúlio&#8230; fala até da adesão de dom Pedro II no entrudo. Muito bom para esse primeiro contato, mas por ter sido feito em 2007 e para o carnaval daquele ano, abstraia as datas (programações). Deveria ser algo mais perene, mas mesmo assim vale a leitura.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="326" src="http://www.youtube.com/embed/HSfeDDZCSw0" frameborder="0" allowFullScreen="true"> </iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, se é que se pode resumir: foi muito bom! Muito bom ver a marcha alegre se espalhando na avenida e insistindo. Muito bom cantar muita marchinha. Muita! Na saída de um bloco, voltávamos de metrô e o vagão todo cantando: “Ô ô ô ô, Aurora&#8230;”. Era a cidade toda enfeitada pra ver o Carnaval passar. Incrível como o povo de uma grande cidade mantém seus porquês de uma festa popular pra si mesmo. Que me perdoem Luiz Melodia, os Titãs e companhia, mas eu fico triste quando acaba o carnaval.</p>
<p style="text-align: justify;">Olé</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/' addthis:title='Carnaval 2010 no Rio '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://veredaestreita.org/2010/03/30/carnaval-2010-no-rio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cinco bibliotecas de São Paulo &#8211; ( roteiros #456SP )</title>
		<link>http://veredaestreita.org/2010/01/29/cinco-bibliotecas-de-sao-paulo-roteiros-456sp/</link>
		<comments>http://veredaestreita.org/2010/01/29/cinco-bibliotecas-de-sao-paulo-roteiros-456sp/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 22:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[#456SP]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[FAU]]></category>
		<category><![CDATA[FFLCH]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[passeio]]></category>
		<category><![CDATA[roteiros]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<category><![CDATA[Vereda Estreita]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://veredaestreita.org/?p=1376</guid>
		<description><![CDATA[Parte interna no prédio da FAU-USP. Foto: Nilton Suenaga. Demorei bastante para entender o poder que as bibliotecas exercem sobre nós. Aquela imagem clichê (geralmente também associada aos museus) de muito pó, almoxarifado e de nem poder se movimentar direito sem ouvir um “shiu!” ficou por muito tempo em minha mente. Acho que a paixão [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2010/01/29/cinco-bibliotecas-de-sao-paulo-roteiros-456sp/' addthis:title='Cinco bibliotecas de São Paulo &#8211; ( roteiros #456SP ) '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<h5 class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1379" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-1379" href="http://veredaestreita.org/2010/01/29/cinco-bibliotecas-de-sao-paulo-roteiros-456sp/fau_nilton_suenaga/"><img class="size-full wp-image-1379" title="fau_nilton_suenaga" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2010/01/fau_nilton_suenaga.jpg" alt="Parte interna no prédio da FAU-USP, por Nilton Suenaga" width="425" height="217" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Parte interna no prédio da FAU-USP. Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/niltonsuenaga/">Nilton Suenaga</a>.</dd>
</dl>
</h5>
<p style="text-align: justify;">Demorei bastante para entender o poder que as bibliotecas exercem sobre nós. Aquela imagem clichê (geralmente também associada aos museus) de muito pó, almoxarifado e de nem poder se movimentar direito sem ouvir um “shiu!” ficou por muito tempo em minha mente. Acho que a paixão por um livro, depois outro, e mais um&#8230; acabou fazendo com que uma biblioteca passasse a ser para mim um paraíso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em São Paulo existem muitas bibliotecas, e por isso pensei em fazer um roteiro com bibliotecas que são abertas a todos, mas não há muita divulgação sobre sua existência e seu conteúdo. Então, resolvi listar cinco bibliotecas da USP: quatro que já existem e uma que ainda não foi inaugurada: FFLCH, ECA, FAU, Brasiliana e do Museu Paulista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FFLCH: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas</strong><br />
É a maior delas. Seu acervo é gigante e muito denso. É difícil não encontrar algum livro de humanas ali. São três andares de livros, teses, revistas científicas, mapas etc. Destas bibliotecas, talvez seja menos agradável de passar algum tempo lá lendo devido à “iluminação de escritório”. <a title="Sítio da Biblioteca da FFLCH-USP" href="http://www.sbd.fflch.usp.br/" target="_blank">Sítio</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ECA: Escola de Comunicações e Artes</strong><br />
Além de muitos livros sobre Comunicações, há um bom acervo de peças de teatro, e uma sessão de multimeios, com filmes difíceis de encontrar e ótimos CDs de música. Se estiver em um grupo pequeno, é possível assistir os filmes em uma pequena sala escura. Durante o ano letivo, não é aconselhável ler ali às quintas-feiras à noite, pois os alunos realizam semanalmente a tradicional “Quinta i Breja” próxima à biblioteca, e o som pode atrapalhar um pouco a concentração. <a title="Sítio da Biblioteca da ECA-USP" href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAcQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.rebeca.eca.usp.br%2F&amp;ei=zWRjS_ivNomXtgfz1-y6Bg&amp;usg=AFQjCNGrhJOBKsZtWc1ng6-663w6auLFJA&amp;sig2=fBXX_N1hoh01zcdBpnRpUg" target="_blank">Sítio</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FAU: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo</strong><br />
A mais charmosa de todas. Só pelo fato de estar no prédio tombado de Artigas e seu acervo ser focado em arquitetura já bastaria para chamar a atenção. Tem iluminação muito aconchegante e suas mesas (com luminárias individuais) estão bem dispostas entre as estantes e sua parede de vidro, que dá vista para a parte interna do edifício. Ah, barulho não é privilégio de outras bibliotecas, afinal isso faz parte do cotidiano estudantil. Pode ser que alguma festa organizada pelos alunos, ou um evento no auditório, esteja acontecendo e cause incômodo. <a title="Sírtio da Biblioteca da FAU-USP" href="http://www.usp.br/fau/fau/secoes/biblio/index.html" target="_blank">Sítio</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brasiliana</strong><br />
Sua construção ainda acontece no Campi Cidade Universitária, mas já desperta desejos entre os fãs de livros sobre o Brasil. Foi uma doação do famoso bibliófilo José Mindlin, ex-aluno da USP que resolveu doar o acervo à universidade. Está sendo erguido um prédio só para ela, que é recheada de raridades. Para ir matando essa vontade e, principalmente, para qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo ter mais possibilidade de acessar seu conteúdo, livros raros estão sendo digitalizados e colocados na internet. <a title="Sítio da Biblioteca Brasiliana da USP" href="http://www.brasiliana.usp.br/" target="_blank">Sítio</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Museu Paulista da USP</strong> (ou popularmente conhecido como “<strong>Museu do Ipiranga</strong>”)<br />
Longe da Cidade Universitária, no meio do Parque da Independência, o que não falta é tranqüilidade à centenária biblioteca, que é bem arejada tem ambiente muito agradável. Seu foco é História, tendo muitas obras sobre o Brasil e especificamente sobre São Paulo. <a title="Sítio do Museu Paulista da USP (Museu do Ipiranga)" href="http://www.mp.usp.br/" target="_blank">Sítio</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que aproveite o roteiro que pode ser feito em um dia, mas também durar uma vida inteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Boas descobertas!</p>
<p style="text-align: justify;">Olé</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2010/01/29/cinco-bibliotecas-de-sao-paulo-roteiros-456sp/' addthis:title='Cinco bibliotecas de São Paulo &#8211; ( roteiros #456SP ) '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://veredaestreita.org/2010/01/29/cinco-bibliotecas-de-sao-paulo-roteiros-456sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Semeando rios</title>
		<link>http://veredaestreita.org/2009/08/11/semeando-rios/</link>
		<comments>http://veredaestreita.org/2009/08/11/semeando-rios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 03:38:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Amiga lata]]></category>
		<category><![CDATA[Amigo Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Anésia Gilio]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bianco Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura FLIP 2009]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Danilo Nardelli]]></category>
		<category><![CDATA[FLIP]]></category>
		<category><![CDATA[FLIP09]]></category>
		<category><![CDATA[FLIP2009]]></category>
		<category><![CDATA[Flipinha]]></category>
		<category><![CDATA[Flipinha2009]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Paraty]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Crooz]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Cascabulho]]></category>
		<category><![CDATA[Vereda]]></category>
		<category><![CDATA[Vereda Estreita]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://veredaestreita.org/?p=1065</guid>
		<description><![CDATA[Um dos critérios para avaliar uma peça infantil é perceber o quanto as crianças avançam em direção ao palco no decorrer da apresentação. Manter a atenção dos pequenos é para poucos, mas a tarefa parecia muito simples para o grupo Coletivo Teatral Sala Preta, que apresentou a peça O Cascudo Douradinho em: Amiga Lata, Amigo [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2009/08/11/semeando-rios/' addthis:title='Semeando rios '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1080" title="coletivo_sala_preta_douradinho_flip2009_6429" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2009/08/coletivo_sala_preta_douradinho_flip2009_64291.jpg" alt="coletivo_sala_preta_douradinho_flip2009_6429" width="425" height="250" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um dos critérios para avaliar uma peça infantil é perceber o quanto as crianças avançam em direção ao palco no decorrer da apresentação. Manter a atenção dos pequenos é para poucos, mas a tarefa parecia muito simples para o grupo Coletivo Teatral Sala Preta, que apresentou a peça </span><span style="color: #000000;"><em>O Cascudo Douradinho em: Amiga Lata, Amigo Rio, </em></span><span style="color: #000000;">ao final da Flipinha 2009 (programação infantil da </span><strong><a title="Sítio Oficial da FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty" href="http://flip.org.br">FLIP</a></strong><span style="color: #000000;">).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1082" title="coletivo_sala_preta_douradinho_flip2009_6458" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2009/08/coletivo_sala_preta_douradinho_flip2009_6458.jpg" alt="coletivo_sala_preta_douradinho_flip2009_6458" width="425" height="250" /></span>O texto surgiu do livro (quase homônimo) <em>Amiga lata, Amigo Rio</em>, de Thiago Cascabulho. Tanto em um como em outro (claro!), a estrutura que dá vida aos rios é bem mastigada para que o público entenda bem como poluímos tanto o meio. Uma das questões mais importantes apontadas é que enquanto somos pequenos, somos críticos e repudiamos esse modo, mas quando crescemos esquecemos a maneira como pensávamos. Reflexão importante também para quem é novo na categoria &#8220;adulto&#8221;, já que a &#8220;sustentabilidade&#8221; entrou em pauta há pouco tempo na sociedade, tema pouco comum no currículo escolar dos mais velhos (esse histórico parece ser melhor discutido no livro <a title="Google Livros: Educação Ambiental: princípios, história, formação de professores. Autor: Fábio Cascino (1999)" href="http://books.google.com.br/books?id=gYzoz9jJo8gC&amp;lpg=PA5&amp;ots=llKX9xHMc7&amp;dq=hist%C3%B3rico%20sustentabilidade%20ambiental%20curr%C3%ADculo%20pedag%C3%B3gico&amp;lr=&amp;pg=PA3#v=onepage&amp;q=&amp;f=false" target="_blank"><em>Educação Ambiental: princípios, história, formação de professores</em></a>, de Fábio Cascino, 1999 e no capítulo 5 da tese de mestrado <a title="Tese de mestrado Univali: &quot;Pedra da Miraguaia: Tema gerador de atividades pedagógicas em Educação Ambiental&quot;. Ana Matilde da Silva, 2006" href="http://www6.univali.br/tede/tde_arquivos/1/TDE-2007-08-14T134134Z-231/Publico/Ana%20Matilde%20da%20Silva.pdf" target="_blank"><em>Pedra da Miraguaia: Tema gerador de atividades pedagógicas em Educação Ambiental</em></a> de Ana Matilde da Silva, UNIVALI, 2006).</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1098" title="capa_amiga_lata_amigo_rio1" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2009/08/capa_amiga_lata_amigo_rio1.jpg" alt="capa_amiga_lata_amigo_rio1" width="150" height="207" />Tudo isso já rendeu ações que saem do campo literal: o Projeto Douradinho, que além de levar a consciência ambiental com o trabalho da pedagoga <a title="Currículo Lattes: Anésia Gigilo" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4777098H3" target="_blank">Anésia Gilio</a>, também estimula a leitura com a distribuição do  livro nas escolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem quiser conhecer o livro, o projeto e o grupo de teatro acesse as respectivas páginas abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Livro e projeto pedagógico: <a title="Projeto Douradinho: livro e plano pedagógico" href="http://www.projetodouradinho.com.br" target="_blank">Projeto Douradinho</a><br />
Coletivo Teatral Sala Preta: <a title="Página oficial do Coletivo Teatral Sala Preta" href="http://salapreta.wordpress.com/" target="_blank">salapreta.wordpress.com<br />
</a>Thiago Cascabulho (autor do lvro): <a title="Blog de Thiago Cascabulho" href="http://cascabulhices.blogspot.com/" target="_blank">blog</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1081" title="coletivo_sala_preta_douradinho_flip2009_6441" src="http://veredaestreita.org/wp-content/uploads/2009/08/coletivo_sala_preta_douradinho_flip2009_6441.jpg" alt="coletivo_sala_preta_douradinho_flip2009_6441" width="425" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">Até mais!</p>
<p style="text-align: justify;">Olé</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://veredaestreita.org/2009/08/11/semeando-rios/' addthis:title='Semeando rios '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"tw:via="vereda_estreita"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://veredaestreita.org/2009/08/11/semeando-rios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

