Quem escreve
Um pouco mais dos que escrevem nesta vereda. Se tiver twitter, pode acompanhar por esta lista também.
Bruna Buzzo
Viciada em cinema e fotos. Irritadiça por natureza. Dorminhoca e frequentemente verborrágica. Paulistana incorrigível. Fotógrafa amadora nas horas vagas e em momentos de tédio. Encontra na noite a luz ideal. Não há cenário melhor que o urbano para ver e registrar histórias, seja em imagens ou textos. Sem ter tido idéias melhores para seu futuro, foi estudar jornalismo na ECA/USP, conheceu um mundo mágico na faculdade e acabou gostando da profissão, que cresce a cada dia em seu interior e lhe fez abrir os olhos para o mundo. Entre uma viagem e outra pela cidade de São Paulo, os livros são companhias sempre fiéis. O cinema está sempre presente e se mostrou necessário, foi o jeito saudável que encontrou de lidar com a vida. Enquanto não pode conhecer o mundo, vai descobrindo um pouco de cada cultura atráves dos filmes e livros. Assistia muito telejornal quando criança e descobriu muito cedo que o mundo real jamais será uma comédia romântica.
brunabuzzo@uol.com.br – @brunabuzzo – apenasdivagacoes.wordpress.com
Bruno Melnic Incáo
É alto e destro. Estudante de Turismo, busca formas correntes de contracultura de massa. Teme morrer eletrocutado num chuveiro não aterrado e sofre com a altura do batente das portas. Escreve nas horas vagas. Curiosidades à parte, há algum tempo foi contaminado pelo inconformismo crônico, pelo asco às menores injustiças e seu senso musical, desviado de tudo que fosse tendência e modismo. Muitos seriam capazes de lhe traduzir prontamente a personalidade: “se trata de um chato de carteirinha assinada”. É provável que não o seja. O fato de se enveredar para longe do trivial, buscar o contato com o diferente, o esquecido, o embrionário, possibilita novos olhares sobre o cotidiano, tirando da trivialidade, do reducionismo, da anestesia que rouba a capacidade de perceber as coisas e entender melhor o próximo. A idéia é trazer um pouco de tudo que é diferente, não convencional, e aponta para a liberdade de expressão, de produção e aquisição de conhecimento. Enfim, trata-se de uma boa salada.
brunomelnic@gmail.com – @brunomelnic
Clóvis de Barros Filho
Clóvis dá aulas. De ética e filosofia. Apresenta-se em Universidades públicas e particulares. Em empresas de todos os ramos. Se chamado, fala até mesmo em casamentos e Bar Mitzváhs. Já foi ouvido por mais de 150.000 pessoas. Descobriu-se professor em um seminário no Colégio São Luiz, e lutou contra todas as forças do real que, por mais de 25 anos, impediram que vivesse feliz. Hoje, dá aulas que buscam ser inúteis. Que não estejam, pois, a serviço de nada ou de ninguém. Que não sejam amarras existenciais. Aulas que valham nelas mesmas. Espera que, assim, possa ajudar os que o ouvem da maneira mais bela, para que possam refletir sobre as próprias vidas.
clovis@espacoetica.com.br – @clovisdebarros – espacoetica.com.br
Daniel Possa
É sempre chegada a hora de o ser humano desistir e reconhecer que ritmo, precisão e presença de palco não são exatamente suas habilidades. Percebi que minha parte é muito melhor aproveitada na platéia do que no palco, exatamente por esse motivo estou aqui, tentando passar para o leitor um pouco das experiências que tenho. Estudo comunicação e me interesso muito por arte e design, tendo sido Diretor de Criação / Produção da pequena Agência ECA Jr. onde fiz muitos amigos e aprendi a me virar neste mundo de impressos e internet publicitária. Atualmente desenvolvo uma pesquisa no ramo da comunicação de luxo e divido o restante do meu tempo entre atividades diversas. Dentre elas este Blog, que é feito unica e exclusivamente por prazer – talvez por este motivo o retorno venha sendo tão bom apesar dos prejuízos.
daniel@possa.org – possa.org
Luiz Citton
É mais um mineiro, de muitos, que encontrou em São Paulo sua segunda casa. Tem jeito e cara de mistério mas sempre foi um livro aberto, destes infantis, para todos que conseguem ler as letrinhas miúdas que vai espalhando aí pelo caminho. Brinca de fotografia, de escrever poemas, de esconder poemas e o que mais gosta na vida é dos encontros que o acaso, por vezes, vem presentear. Acredita que tudo está escondido em um olhar.
luizmcosta@gmail.com – @luizcitton – flickr.com/luizm
Marina Travassos
Ruiva. É uma pessoa inconstante. Admira as coisas simples da vida, mas é extremamente complexa. Acha que o mundo precisa produzir mais e seguir menos padrões e é por isso que ama as artes, em especial o cinema. Escreve por prazer, por acreditar que algum dia futuro, ou talvez presente, suas palavras possam ser úteis para alguém. Não pergunte como ela é, o que ela mais gosta, o que ela quer fazer no momento e qual são os seus planos, nem ela mesmo saberia responder porque isso muda de tempos em tempos. Apesar de tudo é uma boa pessoa, gosta de conversar sobre os mais intelectuais assuntos e também sobre futilidade, escuta qualquer tipo de música e pode ser encontrada em qualquer tipo de balada, desde o boteco da esquina até uma rave. Ela é assim, pelo menos por enquanto. Amanhã pode ser diferente.
mtravassos86@gmail.com – @marinatravis – escritosnagua.blogspot.com – acordeipoderosa.com
Monise Martinez
Funciona assim – como todo mundo – feito aranha a tecer teias. Do vazio faz surgir um fio e dele se vai, a todo o momento, criando mais outros num (in) constante movimento. Até não saber o que fez começar. Até não saber quando e onde parar. Até um querer ser sem mais (,) um porquê. Até que os fios se entrelacem sem vez e a aranha se saiba, enfim, (des)encontrada no mundo que por fazer se fez.
Funciona assim – como todo mundo – fiandeira sístole. Diástole. Seda irrequieta. Curiosa-mente.
monisemartinez@yahoo.com.br – @monisemartinez
Olegário A. Filho (Olé)
Uma viagem fez com que eu entrasse no grupo de teatro do colégio. Seria para apresentar a peça Sonho de Uma Noite de Verão na Bienal de Artes dos Colégios Jesuítas, em Belo Horizonte. A única certeza que eu tinha era a de que, se estivesse no grupo, aproveitaria a última viagem com meus amigos pela escola. Arte? Era a coisa mais chata do mundo! Quadros, museus, teatro… para! Mais de 5 meses ensaiando algo que eu não compreendia e não dava o mínimo valor. Porém, a um mês da estréia, acabei prestando atenção na peça, assistindo a outras… e comecei a gostar daquilo. Seria fácil dizer que Shakespeare teve influência nisso, mas não daria o verdadeiro valor à pessoa que teve paciência de me ter como aluno em tais circunstâncias: Joca Carvalho. Pode parecer banal, mas acredito que meu olhar para a Cultura mudou nesta importante passagem da minha vida. Tanto que até mesmo o cursinho pré-vestibular foi um tapa na cara, mostrando coisas que eu deveria ter prestado mais atenção no colegial. Conforme a cortina foi se abrindo, vi que estudar na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo seria um privilégio, mas era possível! Daí então, minha gana por cultura só poderia aumentar dentro desta universidade, onde as possibilidades de conhecimento foram multiplicadas. Mas a cada dia que passa, percebo que nada sei e que precisaria viver uns 3000 anos para aprender algo.
ole@veredaestreita.org – @10ole – flickr.com/olegario_filho
Tem uma vontade louca de abraçar o universo e de ouvir histórias de desconhecidos com quem divide a rua. É dona de um desejo inabalável de mudar o mundo pra melhor, dando um passo de cada vez. Seus melhores amigos sempre foram papel e caneta, desde a infância – talvez por isso tenha escolhido ser jornalista. Na USP, conheceu mundos novos, pessoas diferentes e perguntas para as quais acha que nunca terá a resposta. Desilude-se constantemente com o trabalho de repórter e reapaixona-se em seguida. Acredita no jornalismo do bem, nas lições de vida inspiradoras, nos pequenos gestos que fazem grandes diferenças.
rafaela2201@gmail.com – @rafaela2201 – tudoquecouberaqui.wordpress.com
Rafael Machado
Muito indeciso, Rafael Machado é carioca de nascimento, mineiro de família e paulista de convivência. Fez faculdade de Cinema onde exerceu as funções de roteirista, diretor de arte e diretor de som em um único filme, o curta-metragem Projeto Silêncio, que é o seu trabalho de conclusão de curso. Apesar disso sempre gostou mesmo é de desenhar (a indecisão já foi mencionada?). Nessa área já fez cursos de desenho na Escola Panamericana e na Quanta Academia de Artes e já publicou tirinhas no jornal Correio Trespontano, no interior de Minas, além de no Vereda Estreita. Além disso, às vezes também faz alguns desenhos de favor para amigos e parentes e escreve biografias sobre si mesmo na terceira pessoa.
rasomac@gmail.com – @rasomac – rasomac.blogspot.com – flickr.com/rasomac
Susan Ritschel
Fala pouco. Fala muito. Prefere o filme, o papel e o livro à parafernália eletrônica vomitada e pronta. Artista, poeta e fotógrafa… ou quase. Estudante de arquitetura da FAU/USP, é apaixonada por Drummond desde pequena e fascinada pelas artes. Se reconstrói a todo momento com utopias, livros e música..
sussarts@gmail.com – susanrts.blogspot.com – flickr.com/susanrts
Swan Yuki Hamasaki
Sabe aquele japa que tem cara de japa, mas não parece japa, e mesmo assim é um japa autêntico que come coisas estranhas de hashi? Se você não entendeu o que estamos querendo dizer, dê uma olhada aqui para ver se entende esse lado menos conhecido da cultura oriental. Leia-o e critique-o (bem ou mal). Só assim saberá quem ele é. Como disse Fábio Massari, em entrevista a revista Caros Amigos: “o que atrapalha gera frutos”.
swanyuki@yahoo.com.br – @swanyuki – swanyuki.blogspot.com
Victor Gouvea
É uma pessoa de pessoas. Só tem valor quando está com mais alguém, discutindo tudo que circunda a vida de forma profunda ou profana. Bota a boca no mundo pra não botar o mundo na boca. Pode parecer meio boy de liquidação à primeira vista, mas reserva mais surpresas que a Porta dos Desesperados. Odeia barulho de boca e Sprite. Experimenta o sublime quando está adquirindo conhecimento. Já morou em 5 cidades de 3 países, mas sempre volta para a Paulicéia Desvairada chamando de sua. É um curioso por natureza, apesar de metropolitano. Tem um ouvido treinado e é meio chato pra música, mesmo buscando incessantemente novidades. Viveria facilmente de noite e dormiria o dia inteiro. Francófono, Hispanófono e Anglófono, no fim não passa de um Lusófono enganador. Questionador cri-cri. Acima de tudo um romântico inveterado que não desiste de multiplicar seus vínculos de amizade. Quer ser melhor a cada dia…
victtorgs@hotmail.com – @blasfemico – blasfemiacotidiana.blogspot.com - tecoterecoteco.zip.net
Imagens
Gabriel Kalup: @kalup – flickr.com/kalup
Rodrigo Pereira: @rodrigogambassi – flickr.com/rodrigo_gambassi
Thiago Dragoni: @tdragons – flickr.com/navadragon
Quem já colaborou
Karina Polycarpo
Adora crianças, animais e coisas fofinhas. Odeia resfriado, peixe e pessoas que economizam simpatia. Arte Educadora. Professora. Prô. Talvez seja esse o termo que mais define Karina no momento. Ao ingressar na rede municipal de ensino no começo de 2008, Karina descobriu o outro lado da arte: o lado lúdico, o lado simples (mas não simplificado), e também um dos mais importantes – o lado educativo. A escola na qual leciona fica na entrada da favela do Heliópolis, a maior favela do Estado de São Paulo, o que a faz experimentar no dia-a-dia o gosto de coisas jamais vividas. E tudo com arte. Portanto, seu olhar está agora vidrado na arte que anda com a educação, na arte mais humana. Porém, além da educação, seu olhar também é muito atraído pela cultura e artesanato popular, mesmo com sua formação considerada tão conceitual em Bacharelado em Artes Plásticas pela FAAP. Seu trabalho artístico carrega um pouco de tudo isso: é contemporâneo, mas dialoga com o popular a cada centímetro de sua matéria. Mas sobre quem ela realmente é vocês poderão descobrir um pouquinho com a leitura de seus textos.
karinapolycarpo@yahoo.com.br – @Kari_bp
Lucas Rossi
Fingidor de poeta. Apaixonado pela canção, pela melodia, pela música. Amante do céu. Quase anarquista da palavra, ama dicionário. Estuda jornalismo para tentar viver de letras e não números. Acredita que o mundo pode ser outro através da palavra. O cinema encanta, o teatro fascina, escultura e pinturas deslumbra. Um observador que tem como suma verdade a felicidade. Ama as coisas simples e fáceis, mesmo sofrendo para fazê-las. Enfim, um ser que ama uma coisa chamada vida. Baixo, moreno, olhos castanhos, sorridente.
lucasrossi_1988@hotmail.com – casoscontoseideias.blog.terra.com.br















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